Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

PF cumpre dois mandados de prisão na 2ª fase da Operação Rejeito

Segunda fase da Operação Rejeito: PF cumpre dois mandados de prisão preventiva; empresas são suspensas e Alan Cavalcante está entre os presos em Minas Gerais

— Foto: Divulgação/PF
0:00
Carregando...
0:00
  • PF deflagra a segunda fase da Operação Rejeito/Contrassabotagem, cumprindo dois mandados de prisão preventiva e seis de busca e apreensão; ação ocorreu em Minas Gerais e teve o envolvimento do empresário Alan Cavalcante.
  • A Justiça Federal em Minas Gerais determinou a suspensão das atividades das pessoas jurídicas envolvidas na operação.
  • Investigações indicam que a organização criminosa contratou empresa para prática de espionagem contra autoridades públicas e particulares, com monitoramento de alvos por vigilância, rastreamento e registros fotográficos.
  • Foram identificados acessos indevidos a dados de um juiz federal redistribuído a processo ligado a uma empresa do grupo, além de tentativas de operações policiais simuladas e ofertas para obtenção de dados protegidos por sigilos.
  • Os investigados podem responder por embARAço à investigação e violação de sigilos bancário e telefônico, com penas que podem superar16 anos de reclusão.

A Polícia Federal cumpriu dois mandados de prisão preventiva e seis de busca e apreensão na segunda fase da Operação Rejeito/Contrassabotagem, deflagrada nesta quinta-feira (18). O objetivo é investigar atuação de organização criminosa no setor de mineração, com apoio do Ministério Público Federal e do GAECO-MPF-MG. Entre os presos está o empresário Alan Cavalcante, em Minas Gerais.

A ação de hoje amplia as investigações iniciadas na primeira fase, que buscava desarticular um grupo suspeito de embaraçar as investigações oficiais e dificultar o trâmite da ação penal relacionada à Operação Poeira Vermelha. A PF aponta monitoramento de alvos e tentativas de obstrução como linhas de atuação.

Novos desdobramentos

Nesta etapa, a PF aponta que a organização criminosa teria contratado uma empresa para supostamente realizar atos de espionagem contra pessoas de interesse do grupo, incluindo autoridades públicas e particulares. Também houve monitoramento sistemático de indivíduos por vigilância, rastreamento e registros fotográficos, além de obtenção indevida de dados pessoais.

A investigação aponta ainda acessos ilícitos a dados de um juiz federal redistribuído a processo ligado a uma empresa do grupo. O grupo também teria tentado contratar operações policiais simuladas (blitz) e estruturado ofertas para obter dados sigilosos, como bancários e telefônicos, de forma irregular. Indícios apontam ainda acesso indevido a sistemas de órgãos de segurança pública.

Perspectivas e próximos passos

Conforme a PF, os investigados podem responder por embaraço à investigação de organização criminosa, violação de sigilos bancário e telefônico, entre outros crimes. As penas previstas, somadas, podem superar 16 anos de reclusão. O andamento das apurações continua sob sigilo e envolve diligências adicionais.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais