- Um ano após a PF concluir a investigação sobre a Abin paralela, a PGR pediu o envio do caso para a primeira instância.
- Além de integrantes da Abin ligados a Bolsonaro, a PF também informou o indiciamento do ex-diretor da Abin no governo Lula, Luiz Fernando Corrêa, por obstrução das investigações; a PGR não denunciou Corrêa.
- O procurador-geral Paulo Gonet sustentou que não cabe mais ao STF atuar no caso, já que o único indivíduo com foro privilegiado era Bolsonaro, que já foi denunciado, assim como Ramagem e dois subordinados.
- O pedido foi apresentado ao ministro Alexandre de Moraes, relator do processo no STF.
- Segundo a PGR, os fatos remanescentes não guardam relação direta com autoridade com foro especial e devem tramitar na primeira instância.
A Procuradoria-Geral da República pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, o envio do inquérito da Abin paralela à primeira instância. A Polícia Federal já havia concluído a investigação sobre espionagem ilegal na Agência Brasileira de Inteligência.
Além de agentes da Abin ligados a Bolsonaro, a PF também havia indiciado o ex-diretor da Abin, Luiz Fernando Corrêa, por obstrução às investigações. A PGR entende que os fatos envolvendo Corrêa devem ser analisados na primeira instância, não no STF.
A peça encaminhada aponta que o único investigado com foro privilegiado era o ex-presidente Jair Bolsonaro, já denunciado no processo da trama golpista. O documento sustenta que as hipóteses pendentes concentram-se em ilícitos contra a administração pública.
Entre na conversa da comunidade