- O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu o envio do inquérito da Abin Paralela para a primeira instância.
- O objetivo é que a apuração sobre o uso ilegal da estrutura da Agência Brasileira de Inteligência para monitorar autoridades caminhe na nova instância.
- A solicitação foi encaminhada ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.
- A PGR se posiciona após a Polícia Federal concluir as investigações e indiciar 36 pessoas, há cerca de um ano.
- A notícia está em atualização.
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu nesta quinta-feira (18) o envio do inquérito da Abin Paralela para a primeira instância. A peça foi direcionada ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, para que o caso siga na Justiça comum.
A investigação, que apura o uso irregular da estrutura da Agência Brasileira de Inteligência para monitorar clandestinamente autoridades, tramita há cerca de um ano. A defesa de Gonet sustenta que a apuração deve ser apreciada pela Justiça de primeira instância.
Concluída pela Polícia Federal há aproximadamente um ano, a etapa final do inquérito resultou na indiciamento de 36 pessoas. O Ministério Público Federal ainda não enviou o parecer definitivo ao STF, e a decisão sobre o encaminhamento permanece pendente. Em atualização
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