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Prefeitura multa empresa por demolir casas de 1937 sem autorização

Prefeitura aplica multa de cerca de R$ 15 mil a empresa por demolição irregular de vila com nove casas de 1937 na Vila Mariana, após rejeição do tombamento

Imagem colorida da vila de casas destruída na Vila Mariana sem autorização da Prefeitura - Metrópoles
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  • A prefeitura de São Paulo multou a empresa responsável pela demolição de nove casas construídas em 1937, na Vila Mariana, em cerca de R$ 15 mil, realizada sem autorização.
  • O tombamento do conjunto foi rejeitado pelo Conpresp em 25 de maio, após recomendação de preservação do Departamento do Patrimônio Histórico em 2024.
  • Os alvarás de demolição estavam expirados desde 2018; a prefeitura considerou as demolições irregulares por não haver análise em curso.
  • A Vila foi embargada e as obras paralisadas, com possibilidade de novas multas e sanções à empresa.
  • Moradores, por meio da Associação dos Moradores da Vila Mariana, afirmam que a demolição ocorreu de forma sorrateira, às 6h de sábado, causando danos e poeira; a Vilinha seria de propriedade da Ordem da Imaculada Conceição.

A Prefeitura de São Paulo multou uma empresa em cerca de 15 mil reais por demolir uma vila de nove casas construídas em 1937, na Vila Mariana, sem autorização. A demolição ocorreu após o Conpresp rejeitar o tombamento do conjunto. Os alvarás anteriores expiraram.

A Secretaria Municipal de Cultura, por meio do DP H, lembrava que havia parecer favorável ao tombamento em 2024. Em 25 de maio, o Conpresp confirmou a recusa do tombamento após análise pública de manifestações.

A prefeitura informou que nenhum pedido de demolição estava em análise e que as demolições foram irregulares. A Vila Mariana foi embargada e as obras paralisadas pela Subprefeitura local.

Reação da comunidade

Moradores da Vila Mariana lamentaram a destruição, ocorrida às 6h de sábado, 13/6, segundo a Associação dos Moradores. Eles relatam riscos e poeira intensa na região ao redor.

Detalhes do processo e responsáveis

A proprietária da Vilinha é a Ordem da Imaculada Conceição, rede Concepcionista de Ensino. A associação aponta ação sorrateira e falta de cumprimento de procedimentos de demolição.

Contexto institucional

Técnicos do DPH, em 2024, apontaram que a vila era representativa das primeiras ocupações da área. O Conpresp, porém, arquivou o processo e rejeitou o tombamento, em decisão tomada na mesma sessão em 25 de maio.

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