- O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana, comemorou a deflagração de nova fase da Operação Compliance Zero, que mira o líder do governo no Senado, Jaques Wagner.
- A PF investiga supostas vantagens recebidas por Wagner em favor do Banco Master, incluindo um apartamento avaliado em 2,45 milhões de reais e repasse de 3,5 milhões de reais para a empresa do enteado.
- Também são apurados uso gratuito de aeronaves e entrega de ingressos para show em Los Angeles.
- Wagner foi alvo de busca e apreensão na quinta-feira, durante a nona fase da operação.
- O ministro do STF André Mendonça autorizou a ação e, para o senador Viana, impediu a blindagem do caso Master na Corte.
O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (PSD-MG), comemorou a deflagração de nova fase da Operação Compliance Zero, que mira o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA). A PF apura supostas fraudes envolvendo o Banco Master.
Viana afirmou nas redes sociais que a CPMI já havia levantado provas e exposto conexões, mas que houve tentativa de enterrar o caso. Segundo ele, a investigação avançou contra Wagner, alvo da ação nesta quinta-feira.
O senador elogiou a atuação do ministro do STF André Mendonça, que autorizou a operação da PF. Alega que Mendonça impediu a blindagem do Caso Master no Supremo, mantendo a continuidade dos desdobramentos da investigação.
Operação e o que está sob investigação
A PF investiga se Jaques Wagner recebeu vantagens do executivo Augusto Lima, do Banco Master, em retorno a atuação a favor da instituição. Entre as possíveis vantagens estariam um apartamento de 2,45 milhões de reais, repasse de 3,5 milhões de reais a uma empresa ligada ao enteado do senador e uso gratuito de aeronaves.
Também consta a entrega de ingressos para um show em Los Angeles, segundo apuração da força-tarefa. Wagner foi alvo de busca e apreensão na 9ª fase da Operação Compliance Zero. O objetivo é esclarecer a relação entre o líder do governo e o banco.
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