- Após a 9ª fase da operação Compliance Zero da Polícia Federal, Jaques Wagner (PT-BA) foi alvo segundo a reportagem.
- Tassio Brito, presidente do PT na Bahia, publicou apoio a Wagner em redes sociais, mantendo tom de defesa ao senador.
- Brito afirma que Wagner teve vida pública de retidão e que investigações vão provar que ele sempre agiu dentro da legalidade; ele também afirma que não há provas de que Wagner tenha pedido 134 milhões de reais, citando áudio de Flávio Bolsonaro.
- O presidente do PT baiano sustenta que o verdadeiro foco do escândalo envolve o Banco Master, e menciona que a instituição foi liquidada durante a gestão de Lula pelo Banco Central.
- A publicação ressalta a confiança dos correligionários de Wagner mesmo com a continuidade das investigações.
A 9ª fase da operação Compliance Zero, da Polícia Federal, teve o senador Jaques Wagner (PT-BA) como alvo nesta quinta-feira, 18. A ação ocorreu no âmbito da investigação em curso no âmbito da PF, conforme informações apresentadas pela reportagem.
O presidente do PT da Bahia, Tassio Brito, reagiu pelas redes sociais, oferecendo apoio a Wagner e criticando a oposição. As publicações citam o áudio envolvendo Flávio Bolsonaro e o empresário Daniel Vorcaro para sustentar a defesa do senador.
Brito afirma que Wagner tem uma trajetória pública de retidão e que as investigações devem demonstrar que o senador agiu dentro da legalidade. Ele sustenta que não há provas de que Wagner tenha pedido 134 milhões de reais a alguém, referência direta ao áudio citado.
O dirigente baiano também aponta que o foco do que chamou de escândalo envolve o Banco Master, destacando que, à época, o Banco Central liquidou a instituição durante a gestão de Lula, conforme a leitura apresentada por ele.
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