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PT minimiza pressão contra Wagner e enfatiza presunção de inocência

PT defende a presunção de inocência de Jaques Wagner diante de investigação ligada ao Master; governo aguarda informações antes de decidir sobre a liderança

Congressista declarou que o PT é favorável à instalação de uma CPMI sobre o Banco Master
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  • PT defende a presunção de inocência do líder do governo no Senado, Jaques Wagner, em investigações ligadas ao Banco Master.
  • O líder Pedro Uczai disse que Wagner tem direito à defesa e que a polícia deve continuar as investigações; a decisão sobre a liderança cabe ao presidente Lula.
  • As lideranças do PT afirmam que cobranças de afastamento vêm de aliados e não representam o partido.
  • O PT é favorável à instalação de uma CPMI sobre o Banco Master e defende a autonomia da Polícia Federal.
  • A Polícia Federal deflagrou a nona fase da operação Compliance Zero, que envolve Wagner e Augusto Lima; a defesa de Wagner afirmou que o apartamento citado não pertence ao senador e negou irregularidades.

O líder do PT na Câmara, Pedro Uczai, defende a presunção de inocência de Jaques Wagner, líder do governo no Senado, alvo de investigações sobre supostas fraudes relacionadas ao Banco Master. A defesa ocorreu nesta quinta (18/jun/2026) e mira preservar o direito de defesa até conclusão das apurações. Lula ainda não se posicionou sobre o tema.

Uczai afirmou que a bancada defende a continuidade de Wagner na liderança enquanto não houver decisão judicial definitiva. O deputado destacou que as investigações devem seguir o devido processo e que Wagner precisa provar sua inocência. A posição acompanha notas oficiais do PT em defesa da neutralidade do tema.

A defesa da sigla também reforça a autonomia da Polícia Federal e apoia a criação de uma CPMI para investigar o Banco Master. O PT sustenta que as cobranças são manifestações de aliados, não representando a posição da instituição.

Operação da PF

A Polícia Federal deflagrou a 9ª fase da operação Compliance Zero, que apura fraudes financeiras, corrupção e lavagem de dinheiro no sistema financeiro. Entre os alvos estão Wagner e Augusto Lima, empresário e ex-sócio do Master. A investigação busca evidências de um esquema envolvendo o banco.

Repercussão e desdobramentos

A assessoria de Wagner informou que o apartamento mencionado nunca integrou seu patrimônio e que não houve atuação em favor do Master ou de outra instituição. A nota também afirma que Wagner acompanha as investigações e permanece à disposição das autoridades.

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