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Wagner rebate acusações de Flávio sobre Master: gênese foi no governo Bolsonaro

Jaques Wagner rebate acusações de Flávio Bolsonaro, afirmando que a gênese do Banco Master ocorreu no governo Bolsonaro, não na Bahia, em meio à Compliance Zero

Jaques Wagner foi alvo da 9ª fase da Operação Compliance Zero
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  • Jaques Wagner, senador do PT na Bahia, foi alvo da nona fase da Operação Compliance Zero, relacionada ao caso Master e Vorcaro.
  • Em 13 de maio, ele já havia se manifestado no Senado sobre acusações de Flávio Bolsonaro que associam o Master ao governo do PT na Bahia.
  • Wagner disse que a gênese do Banco Master ocorreu no governo de Jair Messias Bolsonaro e citou aprovação da compra pelo Banco Central na gestão de Roberto Campos Neto.
  • O discurso coincidiu com a divulgação, pelo Intercept Brasil, de conversas entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro.
  • A assessoria de Wagner publicou nota negando atuação a favor do Master e afirmando que o senador não é réu nem acusado em processo relacionado aos fatos.

Jaques Wagner (PT-BA) foi alvo da 9ª fase da Operação Compliance Zero. O alvo do inquérito discursou na tribuna do Senado no dia do vazamento de conversas entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro. O episódio acompanha as investigações em curso.

Na sessão, o senador afirmou que a gênese do Banco Master ocorreu no governo de Jair Bolsonaro, não na Bahia. Ele citou a aprovação da compra do banco pelo Banco Central sob gestão de Campos Neto, indicado por Bolsonaro.

A defesa do senador nega envolvimento com o Banco Master e com qualquer instituição financeira ligada ao caso. A operação desta quinta trouxe novos elementos e ampliou o escrutínio sobre o empresário Augusto Lima, ligado ao Master e a Vorcaro.

Contexto da investigação

A nova fase envolve o empresário Augusto Lima, dono do Banco Pleno e ex-sócio de Vorcaro, além de ações ligadas à privatização da Ebal ocorrida em 2018. O processo de privatização ocorreu quando Jaques Wagner era secretário do Desenvolvimento Econômico.

Outro foco é a rede de supermercados estatais da Bahia, que incluía a Ebal, seus ativos financeiros e o cartão Cesta. As informações indicam ligações entre essas estruturas e o Master, apontando para desdobramentos no inquérito.

A assessoria de Wagner emitiu nota esclarecendo que o apartamento citado não integra o patrimônio do parlamentar e que não houve atuação em favor do Master ou de outra instituição. A defesa enfatiza a disposição de colaborar com as autoridades.

Nota da defesa de Wagner

Segundo a assessoria, Wagner não foi denunciado nem é réu em processo ligado aos fatos investigados. O texto também afirma que as diárias em espécie apreendidas são valores legais declarados, não utilizados em missões oficiais. A defesa reitera cooperação com as investigações.

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