- A juíza federal Dabney Friedrich rejeitou a tentativa de Joe Biden de impedir a divulgação de gravações feitas com uma ghostwriter.
- A decisão determinou que o interesse público sobre o material supera o direito à privacidade de Biden.
- As gravações foram obtidas pelo conselheiro especial Robert Hur durante a investigação sobre possível retenção inadequada de documentos classificados pelo então senador e vice-presidente.
- A divulgação é direcionada a um funcionário da Fundação Heritage, banda conservadora, após pedido formal.
- A Justiça autorizou a liberação pelo Departamento de Justiça; Biden havia contestado a divulgação e a defender a privacidade, com a decisão ainda sujeita a recurso.
O juiz federal Dabney Friedrich rejeitou a tentativa de Joe Biden de impedir a divulgação de gravações feitas com um ghostwriter. O material foi solicitado por um funcionário da Heritage Foundation, grupo conservador, após diligência do Conselho Especial liderado por Robert Hur.
As gravações foram obtidas no curso da investigação sobre a possível retenção indevida de documentos classificados por Biden enquanto senador e vice-presidente. Os republicanos no Congresso pediram o material depois de Hur decidir não apresentar acusações contra o então presidente.
A administração democrata se recusou a entregar as gravações de 2017, o que levou os membros do Congresso a prendermos o então procurador-geral Merrick Garland em desacato. O Departamento de Justiça, sob a gestão de Donald Trump, autorizou a divulgação.
Biden moveu ação preocupando privacy rights, alegando que as gravações continham assuntos pessoais sensíveis, como a morte do filho Beau Biden. Friedrich constatou que o material foi redigido para excluir conteúdos sensíveis.
A decisão aponta que os materiais não mencionam temas extremamente sensíveis, como doenças ou morte de terceiros, incluindo familiares de Biden. Representantes do presidente não comentaram imediatamente; o DOJ também não respondeu a pedidos de contato.
A decisão de Friedrich, indicada por Trump em 2017, permanece sujeita a recursos da parte acionante, que pode recorrer. A avaliação do tribunal reforça o interesse público na divulgação de registros sob a vigilância de autoridades federais.
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