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Braskem enfrenta novo problema jurídico em Alagoas

MPF abre inquérito em Alagoas para apurar fornecedores de areia usados na estabilização de solo na Braskem, sob suspeita de fraude ambiental

Imóveis afetados pela atividade da Braskem, em Maceió (AL)
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  • O Ministério Público Federal em Alagoas abriu um inquérito para apurar fornecedores da areia usada na estabilização do solo pela Braskem, em Maceió.
  • A investigação mira a empresa Alagoas Mineração Ltda e é conduzida pelo procurador Lucas Horta de Almeida, após denúncia sigilosa.
  • O objetivo é apurar possível fraude ou dano ambiental na extração do material contratado pela Braskem.
  • A Braskem e a Alagoas Mineração não se manifestaram até o momento.
  • Ainda não houve divulgação de prazo para a conclusão do inquérito.

A Procuradoria da República em Alagoas abriu um inquérito para apurar fornecedores da areia usada na estabilização do solo em Maceió. A investigação envolve a Braskem e a Alagoas Mineração Ltda, empresa responsável pela extração do material contratado pela petroquímica.

O inquérito tramita sob a coordenação do procurador Lucas Horta de Almeida e partiu de uma denúncia, que permanece sigilosa. A apuração busca verificar eventual fraude ou dano ambiental relacionado à extração da areia.

Conforme apuração, o foco é se houve irregularidades na cadeia de fornecimento da areia utilizada na estabilização de áreas impactadas pela operação da Braskem. Procuradas pela reportagem, Braskem e Alagoas Mineração não se manifestaram até o momento.

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