- O Rio Grande do Norte tem quatro pré-candidatos ao governo e oito ao Senado para as eleições de outubro.
- As candidaturas devem ser oficializadas em convenções entre 20 de junho e 5 de agosto, conforme o calendário do Tribunal Superior Eleitoral.
- Além de presidente, governador e deputados, o eleitor irá votar em dois senadores.
- Candidatos ao governo citados: Álvaro Dias, Cadu Xavier, Allyson Bezerra e Dário Barbosa; candidatos ao Senado citados: Styvenson Valentim, Coronel Hélio Oliveira, Zenaide Maia, Rafael Motta, Samanda Alves, Flávio Rocha, Rosália Fernandes e Sandro Pimentel.
- Na pré-campanha, os cotados podem divulgar propostas, participar de entrevistas, debates, redes sociais e eventos partidários, além de pedir apoio político (sem pedido de voto).
O Rio Grande do Norte tem, neste momento, quatro pré-candidatos ao governo e oito ao Senado para as eleições de outubro. As convenções partidárias devem oficializar as chapas entre 20 de junho e 5 de agosto, conforme o calendário do TSE. Enquanto não houve registro definitivo, os postulantes já buscam recursos e divulgam propostas.
Além disso, no RN, o eleitor votará em presidente, governador, dois senadores e deputados, somando eleições de cunho federal e estadual. A pré-campanha permite favoráveis divulgar ideias, participar de debates e encontros, além de viagens políticas e visitas a líderes locais, sem pedido de voto.
Candidatos ao Governo
Entre os nomes cotados estão Álvaro Dias (PL), Cadu Xavier (PT), Allyson Bezerra (União Brasil) e Dário Barbosa (PSTU). A oficialização depende das convenções do partido e de registros no TSE.
Candidatos ao Senado
Na disputa, aparecem Styvenson Valentim (PODE), Coronel Hélio Oliveira (PL), Zenaide Maia (PSD), Rafael Motta (PDT), Samanda Alves (PT), Flávio Rocha (Novo), Rosália Fernandes (PSTU) e Sandro Pimentel (PSOL). A lista final será consolidada nas convenções.
O que pré-candidatos podem fazer
Durante a pré-campanha, os cotados podem mencionar a candidatura, apresentar propostas em entrevistas e debates, usar redes sociais e participar de eventos partidários fechados. Também podem pedir apoio político, realizar viagens e encontrar líderes e setores econômicos do estado.
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