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Governo anuncia repasse de recursos de apostas ilegais para segurança

Recursos bloqueados de apostas ilegais vão para o Fundo Nacional de Segurança Pública, fortalecendo o combate ao crime organizado; bancos e fintechs respondem solidariamente

Pessoas e empresas que fazem publicidade para essas bets também passam a ser responsáveis
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  • O governo federal vai bloquear recursos de bets ilegais e repassá-los para o Fundo Nacional de Segurança Pública.
  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva informou, em redes sociais, que os recursos bloqueados reforçarão o combate às estruturas financeiras do crime organizado.
  • Uma portaria da Fazenda define que bancos e fintechs são responsáveis solidários pelos tributos não recolhidos por essas empresas se permitirem transações após comunicação do governo.
  • Pessoas e empresas que fazem publicidade para essas bets passam a ser responsabilizadas, o que pode afetar meios de comunicação e influenciadores.
  • A pauta tem atualização com informações da Reuters.

O governo federal anunciou nesta sexta-feira que recursos bloqueados de apostas ilegais serão redirecionados para ações de segurança pública. A medida visa fortalecer o monitoramento do crime organizado no país.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva informou pelas redes sociais que o dinheiro bloqueado será utilizado pelo Fundo Nacional de Segurança Pública. A expectativa é aumentar o combate às estruturas financeiras do crime.

Outra frente envolve uma portaria do Ministério da Fazenda, publicada na quinta-feira. A norma estabelece responsabilidade solidária de bancos e fintechs pelos tributos não recolhidos, caso permitam transações após receberem comunicação do governo.

Implicações para publicidade e plataformas

Pessoas e empresas que divulgam apostas ilegais passam a responder pelos tributos não recolhidos, o que pode alcançar meios de comunicação e influenciadores que promovem esse tipo de conteúdo. A medida implica maior accountability de anunciantes e veículos.

A portaria também coloca bancos e fintechs sob obrigação de monitorar transações, reforçando a responsabilidade lacrada pelo governo. As mudanças devem impactar o ecossistema de pagamentos e o setor publicitário vinculado às apostas.

*Em atualização. Com informações da Reuters.*

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