- Prefeitura de Limeira instalou uma placa na Ponte do Esqueleto indicando que o local é propriedade do governo federal.
- A ponte, alvo de cobranças por segurança após a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas em salto de rope jump sem corda, teve acessos irregulares fechados.
- O prefeito Murilo Félix (Podemos) disse que, apesar do apoio operacional, o município aguarda ações estruturais do governo federal e chegou a considerar a demolição da ponte.
- A Prefeitura lembra que a ponte é patrimônio da União; a estrutura nunca foi concluída e teve uso ferroviário frustrado com a extinção da Rede Ferroviária Federal (RFFSA).
- Três instrutores que participaram do salto foram presos, sob suspeita de homicídio com dolo eventual; a defesa contesta a classificação e aponta possível homicídio culposo.
A Prefeitura de Limeira instalou uma placa na Ponte do Esqueleto para indicar que o local é propriedade do governo federal. A medida ocorre após cobranças sobre a segurança do ponto, motivadas pela morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas.
O acidente aconteceu recentemente durante salto de rope jump sem corda, que gerou debates sobre responsabilidade e preservação do patrimônio. A prefeitura chegou a fechar acessos irregulares à ponte como parte de ações de segurança.
O município aguarda ações estruturais do governo federal, segundo o prefeito Murilo Félix. Uma das possibilidades estudadas é a demolição da ponte, que recebe o nome por não ter sido concluída, restando apenas pilares e vigas.
Contexto e histórico da ponte
A Ponte do Esqueleto recebeu esse apelido porque nunca foi finalizada, o que explica a ausência de uso ferroviário planejado. A extinta Rede Ferroviária Federal (RFFSA) era a proprietária inicial do trecho, antes da mudança de planejamento.
Desdobramentos judiciais
Três instrutores responsáveis pelo salto foram presos sob suspeita de homicídio com dolo eventual. A defesa afirma que a tipificação corre risco de incidir homicídio culposo, contestando a intenção de provocar o resultado fatal.
Segundo testemunha ouvida pela imprensa, um dos envolvidos teria mexido no corpo de Maria Eduarda para ajustar itens de equipamento, o que pode influenciar a avaliação do caso. A testemunha relatou preocupação com a alça de pescoço e com uma câmera esportiva no local.
Esclarecimentos sobre a modalidade
O rope jump difere do bungee jump por usar corda fixa, evitando o elástico na amarração. O impacto é influenciado pelo efeito de pêndulo na queda. Maria Eduarda realizava a modalidade conhecida como aviãzinho, com postura específica de salto.
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