- Em Belo Horizonte e Divinópolis, Lula participou de duas agendas voltadas à saúde, sem conceder entrevistas.
- Anunciou investimentos de R$ 89,3 milhões no Hospital Luxemburgo, em Belo Horizonte, e participou da inauguração do Hospital Universitário Regional da UFSJ, em Divinópolis.
- Lula não comentou a operação da Polícia Federal que envolveu Jaques Wagner e respondeu apenas com o gesto do polegar positivo ao ser questionado.
- O presidente interagiu bastante com o público, tirou fotos e mostrou tom de pré-campanha durante os discursos.
- Não houve sinalização sobre possível substituição de palanque em Minas, em meio a críticas à ausência de um candidato do PT no estado.
Em Minas Gerais, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve em Belo Horizonte e Divinópolis para dois compromissos na área da saúde. Os atos incluíram anúncios de investimentos federais e a inauguração de unidades da área médica.
Lula foi acionado por imprensa sobre a operação da Polícia Federal que atingiu Jaques Wagner, líder do governo no Senado. O líder petista foi questionado se Wagner continua no cargo; o presidente respondeu apenas com um gesto de aprovação com o polegar e seguiu em frente.
Na capital mineira, o presidente não concedeu entrevistas, interagiu com o público, tirou fotos e contou histórias para a militância. Em Divinópolis, manteve a mesma linha de contato direto com apoiadores ao final do discurso.
Ao longo do dia, foram anunciados R$ 89,3 milhões para o Hospital Luxemburgo, em Belo Horizonte, e a inauguração do Hospital Universitário Regional da UFSJ, em Divinópolis. Em nenhum evento Lula comentou o caso envolvendo Wagner.
Durante a passagem pelos locais, Lula dedicou parte das falas a temas de saúde e educação, além de abordar violência contra a mulher. Em Divinópolis, o tom foi de aproximação com o público, com momentos de informalidade.
Contexto político e desdobramentos
A PF investiga irregularidades envolvendo o Banco Master, vinculadas a Wagner, o que gerou apreensão entre aliados. O episódio ocorre em meio a análises internas sobre palanque e estratégias para a campanha de reeleição, sem sinalização de resposta formal por parte de Lula.
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