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Lula alfineta Neymar em Minas e se cala sobre Jaques Wagner

Lula alfineta Neymar em Minas e não comenta Jaques Wagner durante inauguração de atendimentos oncológicos; palanque discreto e cenário político permanece indefinido

Lula participa de evento em Belo Horizonte (Reprodução/Canal Gov/.)
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  • Lula visitou Minas Gerais pela primeira vez em três meses, em Belo Horizonte, para acompanhar a ampliação dos atendimentos oncológicos do Hospital Luxemburgo.
  • No evento, o presidente não comentou as acusações contra Jaques Wagner e provocou Neymar, chamando-o de “primeiro convocado home office do mundo”.
  • Neymar permanece fora do jogo contra o Haiti por lesão na panturrilha; não atuou contra o Marrocos e sua participação na Copa segue incerta.
  • Jaques Wagner afirmou ter recebido apoio de Lula por telefone após a operação da Polícia Federal; o presidente ainda não se manifestou publicamente sobre o caso no ato.
  • Não houve palanque formal; há indefinição sobre apoio a pré-candidato em Minas; o governador Mateus Simões (PSD) não participou, e estiveram presentes ministros e o prefeito de Belo Horizonte.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a Minas Gerais nesta sexta-feira, 19, pela primeira vez em três meses. Em Belo Horizonte, participou da cerimônia de ampliação dos atendimentos oncológicos do Hospital Luxemburgo.

Durante o evento, o presidente não abordou as acusações contra Jaques Wagner, aliado de longa data, alvo de operação da Polícia Federal. Em vez disso, fez uma brincadeira sobre Neymar, dizendo que o atacante é o primeiro convocado em home office.

Neymar, que se recupera de uma lesão na panturrilha, não jogará contra o Haiti nesta sexta e também ficou fora da partida anterior contra Marrocos. A presença de Lula ocorreu sem menção pública ao caso envolvendo Wagner.

Contexto político

A visita ocorreu em um momento de indefinição política no estado, sem apoio claro a um pré-candidato. O ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco, favorito para lançar candidatura, desistiu. Lula afirmou estar mantendo o tom mais reservado sem palanque formal.

Ao lado do presidente estavam os ministros Alexandre Padilha ( Saúde) e Alexandre Silveira (Minas e Energia), além de parlamentares do PT. O prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião, participou, enquanto o governador Mateus Simões não compareceu.

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