- A operação da Polícia Federal contra o senador Jaques Wagner durou duas horas e teve a porta do apartamento arrombada.
- A ação ocorreu pela manhã; Wagner dormia quando a PF chegou, vestiu-se rapidamente e ajudou no cumprimento do mandado.
- A divulgação de imagens do dinheiro apreendido provocou incômodo; foram apreendidos 55 mil dólares e 33 mil euros em endereços ligados ao senador em Brasília e na Bahia.
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ligou para Wagner, mostrando apoio à defesa pública, e o senador afirmou que concederia entrevista sobre o caso.
- Wagner elogiou a solidariedade de autoridades como o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o ministro José Guimarães; o ministro da Justiça, Wellington Cesar Lima, foi citado como omisso por alguns.
A Polícia Federal deflagrou uma operação de busca e apreensão contra o senador Jaques Wagner (PT-BA). O mandado ocorreu na manhã deste sábado, envolvendo endereços em Brasília e na Bahia.
A ação durou duas horas e teve a porta do apartamento de Wagner arrombada. O ex-governador baiano dormia quando os agentes chegaram, foi acordado e auxiliou no cumprimento do mandado.
Ao todo, a PF apreendeu cerca de 55 mil dólares e 33 mil euros em endereços ligados ao senador, no Distrito Federal e na Bahia. O montante foi apreendido em diferentes locais.
Durante o dia, Wagner recebeu apoio de autoridades públicas, incluindo o presidente Lula, que recomendou que ele se defenda publicamente. O ex-governador se predisse a conceder uma entrevista.
Wagner também agradeceu a solidariedade de políticas relevantes, como o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o ministro José Guimarães, da Relações Institucionais. O ministro Wellington Cesar Lima não se manifestou.
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