- Henrique Vorcaro pediu ao STF a revogação da prisão preventiva, buscando a substituição por tornozeleira eletrônica.
- o pedido foi apresentado após a sessão de julgamento no dia dezesseis, quando dados de um relatório parcial da Polícia Federal foram incorporados sem oportunidade de defesa.
- a PF sustenta que os investigados tentavam silenciar testemunhas; Joana Mourão ameaçou revelar arquivos capazes de “acabar com a família”.
- a PF aponta que Manoel Mendes Rodrigues, conhecido como “Manolo” e braço direito de Henrique, atuou para viabilizar recursos para a família após a prisão e morte de Sicário Mourão.
- a defesa solicita a oitiva de Henrique Vorcaro e de Joana Mourão para esclarecer mensagens e o contexto das cobranças, afirmando não haver violências praticadas.
O pai do banqueiro Daniel Vorcaro, Henrique Vorcaro, solicitou ao STF a revogação da prisão preventiva de Daniel. O pedido propõe substituir a prisão por medidas alternativas, como a tornozeleira eletrônica. A defesa alega vício de atuação do tribunal ao incorporarem dados de um relatório parcial da PF sem oportunidade de manifestação.
A defesa sustenta que, durante julgamento realizado no dia 16, a PF apresentou informações desconhecidas pela defesa, sem oitiva do acusado. Segundo a defesa, isso teria prejudicado a análise dos fatos.
A PF aponta que os investigados teriam tentado silenciar testemunhas. Entre os relatos apresentados, Joana Mourão, irmã de Luiz Phillipi Mourão — conhecido como “Sicário” — ameaçou revelar arquivos que poderiam impactar a família do ex-dono do Banco Master.
Segundo a PF, após a prisão e morte de Mourão, Manoel Mendes Rodrigues, conhecido como “Manolo” e braço direito de Henrique Vorcaro, atuou para viabilizar recursos financeiros à família. A defesa contesta a leitura dos fatos, alegando pressões externas ao processo.
A defesa defende que os réus não praticaram obstrução de justiça, mas foram vítimas de cobranças financeiras. O grupo pleiteia a oitiva de Henrique Vorcaro e de Joana Mourão para esclarecer mensagens e o contexto das cobranças.
O pedido reforça que não houve violência ou intimidação praticadas por ordem ou benefício de Henrique Vorcaro. A natureza do processo permanece sob sigilo institucional e não houve conclusão sobre as próximas etapas.
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