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Polícia aguarda Moraes para ouvir Bolsonaro sobre arma apreendida em blitz

Polícia Civil pede que Moraes ouça Bolsonaro por videoconferência em 24 de junho sobre arma apreendida em blitz

Ex-presidente Jair Bolsonaro em sua casa em Brasília
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  • A Polícia Civil do Distrito Federal aguarda decisão de Alexandre de Moraes para ouvir Jair Bolsonaro por videoconferência no dia 24 de junho, às 15h, no inquérito sobre a arma apreendida em blitz.
  • A pistola Glock, calibre 9 milímetros, estava registrada em nome de Bolsonaro e foi apreendida pela Polícia Militar durante a operação; o militar afirmou que o armamento seria levado para manutenção.
  • A defesa do ex-presidente confirmou que a arma pertence a Bolsonaro; o percussor da arma foi retirado pela equipe de segurança sem seu conhecimento, por precaução.
  • Aliados temem a revogação da prisão domiciliar do ex-presidente após a apreensão, citando decisões do STF consideradas desfavoráveis e o término do prazo de reavaliação em 25 de junho.
  • A tentativa de intimação pessoal não foi concluída porque a escolta do ex-presidente teria impedido o contato direto.

A Polícia Civil do Distrito Federal aguarda uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, para ouvir Jair Bolsonaro no inquérito sobre a arma apreendida com um ex-agente do GSI durante uma blitz. O pedido é para que o ex-presidente preste depoimento por videoconferência no próximo dia 24, às 15h.

O caso teve início após a Polícia Militar do DF apreender uma pistola Glock calibre 9 mm registrada em nome de Bolsonaro. O militar que estava com o armamento afirmou que o item seria encaminhado para manutenção, segundo a investigação.

A defesa de Bolsonaro informou à Justiça que a pistola pertence ao ex-presidente. Os advogados destacam que o percussor da arma foi retirado pela equipe de segurança sem o conhecimento de Bolsonaro, por preocupação com acidentes, já que ele faz uso de medicamentos psiquiátricos.

Detalhes do depoimento

Aliados do ex-presidente temem a revogação da prisão domiciliar após a apreensão. A avaliação é de que decisões do STF ausentam apoio a Bolsonaro, elevando a apreensão interna. O grupo também critica a atuação da Corte, alegando interferência excessiva em investigações. O prazo de 90 dias para reavaliação da domiciliar termina em 25 de junho.

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