- Osmar Ricardo, presidente do PT no Recife, afirmou nas redes que Lula não é patrimônio do PSB.
- A crítica respondeu aos movimentos de João Campos para manter Lula apenas no palanque dele em Pernambuco.
- O vereador destacou que Pernambuco é maior que qualquer grupo político e que Lula não pode ser usado como estratégia de um único grupo.
- O caso envolve a relação entre PT, PSB e Raquel Lyra, com Lula ainda sendo uma figura central na eleição estadual.
- A fala ocorre em meio a disputas locais sobre qual palanque Lula deve apoiar e como isso afeta alianças regionais.
O presidente do PT no Recife, Osmar Ricardo, atacou publicamente o ex-prefeito João Campos (PSB) ao afirmar que Lula não é patrimônio de nenhum partido. A crítica veio após Campos sinalizar que Lula deve atuar apenas no palanque dele em Pernambuco.
Ricardo escreveu nas redes sociais que Pernambuco é maior que grupos políticos e que tentar tornar Lula uma peça exclusiva do PSB não resolve problemas da gestão, como obras, saúde e transporte no Recife. Ele também destacou que Lula representa o povo, não uma estratégia de grupo.
A partir dessa batalha interna, o PT local segue dividido entre apoiadores de Raquel Lyra (PSD), que mantêm relação próxima com Lula, ecorrentes que defendem João Campos no estado. O cenário complica o equilíbrio entre palanques nacionais e locais.
No âmbito nacional, Lula é figura central na caminhada eleitoral de Pernambuco, com apoio majoritário nas últimas eleições. O PSB, que coliga com o PT, mantém relação com o governo federal, enquanto Lyra busca manter independência no tabuleiro estadual.
Recentemente, o ministro Wellington Dias afirmou que Lula apoiaria Raquel Lyra, o que gerou desgaste dentro do PSB. A posição foi negada pelo PT, que reiterou apoio a Campos para a reeleição de Lula. A declaração causou repercussão entre aliados locais.
Sobram controvérsias sobre qual palanque representa melhor a história do petismo no estado. Alguns aliados de Lyra minimizam o impacto do episódio, enquanto vozes como a de Ivan Moraes (PSOL) criticam a estratégia de restringir Lula a um único palanque.
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