- Em lançamento da pré-candidatura ao Senado de André do Prado, Flávio Bolsonaro disse que não vai se acostumar enquanto não prender narcoterroristas do Comando Vermelho e PCC e enfiá-los atrás das grades.
- A fala ocorreu durante o ato de lançamento da candidatura de André do Prado, pelo PL-SP.
- Ele disse que, segundo ele, o presidente Lula não estaria agindo para enfrentar esse problema no Brasil.
- Flávio atribuiu ao governo Lula a suposta abertura de fronteiras que facilitaria a entrada de drogas e fuzis, criticando a fiscalização.
- Caso eleito, prometeu abrir mais de quinhentos mil vagas no sistema penitenciário para prender traficantes, narcoterroristas do PCC, milícias e ladrões de celular.
Durante o lançamento da pré-candidatura do deputado estadual André do Prado (PL-SP) ao Senado, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse que não se acostumará a não prender narcoterroristas. A fala ocorreu neste sábado (20). Flávio é filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado por tentativa de golpe de Estado.
O senador afirmou que buscaria agir contra integrantes do Comando Vermelho e do PCC, defendendo ação firme contra organizações criminosas. Ele questionou o que, a seu ver, seria Estado de direito aplicado de modo brando em presídios.
Além disso, Flávio criticou a gestão do governo federal, citando suposta abertura de fronteiras que permitiria entrada de drogas e fuzis. Segundo ele, cortes na fiscalização prejudicam as Forças Armadas e fortalecem o domínio desses grupos no território.
No âmbito de segurança pública, o pré-candidato afirmou que, caso eleito, pretende ampliar o sistema penitenciário com mais de 500 mil vagas. O objetivo seria prender traficantes, narcoterroristas, milícias e criminosos que atuam com celulares roubados.
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