Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Rogério Marinho: disputa não é Lula vs Bolsonaro, é sobre o país desejado

Rogério Marinho afirma que a disputa é sobre o país que queremos, defendendo controle das contas, privatizações e desburocratização diante da crise fiscal

Rogério Marinho
0:00
Carregando...
0:00
  • Rogério Marinho, senador pelo Rio Grande do Norte e coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, participou da estreia da série Brasil 26, defendendo controle de contas públicas, privatizações e desburocratização.
  • Entre as propostas estão orçamento realista, queda da dívida, segurança jurídica, concessões, privatizações e combate ao crime organizado.
  • Em entrevista, ele afirmou que é possível fazer simplificações regulatórias infralegais sem aprovação no Congresso e pediu que o Brasil seja visto como porto seguro pelo mundo.
  • Marinho disse haver crise moral e fiscal no país e apontou divergência entre política monetária e política fiscal como diagnóstico da situação econômica.
  • O senador, ex-relator da reforma trabalhista, citou projeto de flexibilização das horas de trabalho e questionou como 90% das microempresas lidariam com a medida; afirmou que pesquisas não abalam a base de Flávio Bolsonaro.

Na estreia da série de entrevistas Brasil 26, o senador Rogério Marinho, PL-RN e coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, defende uma agenda de controle das contas públicas, privatizações e desburocratização.

Em conversa com o repórter Giuliano Guandalini, Marinho apresentou pilares da candidatura: orçamento realista, redução da dívida, simplificação regulatória, segurança jurídica, concessões, privatizações e combate ao crime organizado.

O parlamentar afirmou que é preciso projetar o Brasil como porto seguro para o mundo e mencionou a possibilidade de simplificações regulatórias infralegais sem depender de aprovação no Congresso.

Segundo ele, o Brasil vive crise moral e fiscal, com divergência entre política monetária e fiscal que compromete negócios; afirmou que o ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad, estaria colecionando falências, e apontou saída de empresas do país, caracterizando o cenário como favorável a rentistas.

Marinho tem atuado como protagonista de projetos relevantes no Congresso, incluindo a reforma trabalhista, e está avaliando um projeto de flexibilização das horas de trabalho, questionando como 90% das microempresas lidariam com a mudança.

Sobre a campanha, o senador minimizou o impacto de pesquisas que indicam queda na intenção de voto e alta rejeição a Flávio Bolsonaro, afirmando que a base de apoio permanece estável.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais