- Rogério Marinho, senador pelo Rio Grande do Norte e coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, participou da estreia da série Brasil 26, defendendo controle de contas públicas, privatizações e desburocratização.
- Entre as propostas estão orçamento realista, queda da dívida, segurança jurídica, concessões, privatizações e combate ao crime organizado.
- Em entrevista, ele afirmou que é possível fazer simplificações regulatórias infralegais sem aprovação no Congresso e pediu que o Brasil seja visto como porto seguro pelo mundo.
- Marinho disse haver crise moral e fiscal no país e apontou divergência entre política monetária e política fiscal como diagnóstico da situação econômica.
- O senador, ex-relator da reforma trabalhista, citou projeto de flexibilização das horas de trabalho e questionou como 90% das microempresas lidariam com a medida; afirmou que pesquisas não abalam a base de Flávio Bolsonaro.
Na estreia da série de entrevistas Brasil 26, o senador Rogério Marinho, PL-RN e coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, defende uma agenda de controle das contas públicas, privatizações e desburocratização.
Em conversa com o repórter Giuliano Guandalini, Marinho apresentou pilares da candidatura: orçamento realista, redução da dívida, simplificação regulatória, segurança jurídica, concessões, privatizações e combate ao crime organizado.
O parlamentar afirmou que é preciso projetar o Brasil como porto seguro para o mundo e mencionou a possibilidade de simplificações regulatórias infralegais sem depender de aprovação no Congresso.
Segundo ele, o Brasil vive crise moral e fiscal, com divergência entre política monetária e fiscal que compromete negócios; afirmou que o ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad, estaria colecionando falências, e apontou saída de empresas do país, caracterizando o cenário como favorável a rentistas.
Marinho tem atuado como protagonista de projetos relevantes no Congresso, incluindo a reforma trabalhista, e está avaliando um projeto de flexibilização das horas de trabalho, questionando como 90% das microempresas lidariam com a mudança.
Sobre a campanha, o senador minimizou o impacto de pesquisas que indicam queda na intenção de voto e alta rejeição a Flávio Bolsonaro, afirmando que a base de apoio permanece estável.
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