- Em 24 de junho de 2016, o referendo britânico sobre a participação na União Europeia teve vitória estreita dos defensores do Brexit, com Nigel Farage chamando o momento de “Independence Day”.
- Nigel Farage, líder do movemento, celebrou a vitória com a frase citada na época.
- Boris Johnson tornou-se primeiro-ministro em 2019, empunhando o slogan “Get Brexit Done!”
- Um década após o voto, o Reino Unido diz desfrutar de liberdade definida pelos apoiadores do Brexit, rompendo com a UE.
- Ainda assim, essa liberdade é apresentada como custosa, com sensação de isolamento em relação ao caminho tomado.
Após o referendo de 23 de junho de 2016, Nigel Farage afirmou que o resultado marcava Independência para o povo comum, em meio à campanha a favor do Brexit no Reino Unido. O plebiscito definiu a saída da União Europeia.
Em 2019, Boris Johnson tornou-se primeiro-ministro, defendendo a ideia de que o Brexit seria concluído. A gestão pública priorizou a implementação do acordo de saída e a transição para o novo relacionamento com a UE.
Década após o voto, o Reino Unido afirma ter alcançado liberdade segundo os defensores do Brexit, destacando a saída do bloco como marco. Contudo, críticos apontam custos econômicos, institucionais e sociais decorrentes do processo.
Analistas apontam efeitos divergentes entre regiões e setores, com impactos em comércio, padrões regulatórios e políticas públicas. A avaliação sobre os ganhos da independência continua sob escrutínio de estudiosos e autoridades.
O debate sobre o equilíbrio entre soberania e cooperação internacional permanece ativo, à medida que o país ajusta suas instituições e políticas públicas para o novo cenário pós-união. Observadores ressaltam a necessidade de monitorar impactos de longo prazo.
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