- A ministra Cármen Lúcia completa 20 anos de atuação no Supremo Tribunal Federal (STF) neste domingo, 21 de junho de 2026.
- Foi a segunda mulher a integrar o colegiado e hoje é a única mulher ocupando uma vaga na Corte.
- É responsável pelo código de ética do STF, que está em fase de elaboração.
- Foi indicada em 2006 pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
- Entre setembro de 2016 e setembro de 2018 comandou o STF e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e exerceu a presidência da República em quatro ocasiões; também foi a primeira mulher a presidir o Tribunal Superior Eleitoral por duas vezes.
- Como poucos detalhes extras: atuou como procuradora do Estado de Minas Gerais e foi professora de Direito Constitucional na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG) antes de chegar ao STF.
- As celebrações incluem publicação de um livro com seus principais votos e conteúdos especiais na TV Justiça, Rádio Justiça e plataformas digitais do STF.
A ministra Cármen Lúcia completou neste domingo 20 anos de atuação no STF, o que marca duas décadas de atuação no Supremo Tribunal Federal.
Ela foi a 2ª mulher a compor o colegiado, e hoje é a única mulher ocupando uma vaga na Corte. Cármen Lúcia é responsável pela elaboração do código de ética do STF, em fase de elaboração.
Natural de Montes Claros, Minas Gerais, a magistrada foi indicada em 2006 pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Além disso, presidiu o STF e o CNJ entre 2016 e 2018, e já comandou o TSE por duas vezes.
Antes do STF, atuou como procuradora do Estado de Minas Gerais, integrou a OAB na Comissão de Direito Constitucional e lecionou na PUC-MG, onde também concluiu mestrado.
As comemorações pelos 20 anos incluem a publicação de um livro com seus votos mais significativos e conteúdos especiais preparados pela TV Justiça, Rádio Justiça e pelas plataformas digitais do STF.
Comemorações e impactos
A celebração reforça a atuação de Cármen Lúcia na defesa de direitos fundamentais e na ética institucional, conforme a agenda da Corte. O material especial destaca votações relevantes e sua trajetória acadêmica.
Fontes oficiais do STF indicam que a gestão do código de ética tende a ampliar a transparência e orientar futuras iniciativas da instituição. A divulgação envolve veículos oficiais e plataformas do tribunal.
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