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Desembargador declara suspeição por parente no BRB

Desembargador se declara suspeito em ação sobre suspensão da lei de socorro ao BRB, alegando sobrinho concursado na área de TI do banco

BRB
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  • Desembargador Arquibaldo Carneiro, da 6ª Turma Cível de Brasília, declarou-se suspeito para julgar o recurso do Banco de Brasília (BRB).
  • A ação civil pública questiona a suspensão da lei de socorro ao BRB.
  • O magistrado afirmou ter um sobrinho concursado na área de TI do BRB, justificando a suspeição para resguardar a imparcialidade.
  • A declaração foi publicada neste domingo, 21 de junho.
  • Com a suspeição, o recurso deve ser distribuído a um novo relator.

O desembargador Arquibaldo Carneiro, da 6ª Turma Cível de Brasília, declarou-se suspeito para julgar o recurso do BRB na ação civil pública que solicita a suspensão da lei de socorro ao banco. A decisão foi publicada neste domingo, 21/6. O motivo é que o magistrado tem um sobrinho concursado na área de TI do BRB. A medida visa resguardar a confiança das partes e da sociedade na higidez do julgamento.

A declaração ocorreu após a prolação da decisão inicial do recurso. Carneiro informou que o sobrinho ocupa cargo de elevada responsabilidade na instituição financeira agravante e atua na área de TI. Segundo ele, o desfecho da controvérsia pode impactar significativamente o BRB, o que caracteriza circunstância pessoal relevante.

O desembargador ressaltou o princípio de que não basta ser imparcial, é preciso parecer imparcial. Para ele, essa salvaguarda protege a imparcialidade objetiva e evita dúvidas sobre a neutralidade do Judiciário.

Agora, o recurso do BRB deve ser distribuído a um novo relator, que ficará responsável por conduzir o andamento do processo.

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