- O vereador Flávio Marra, de Divinópolis, Distrito Mineiro, é acusado de agredir um homem com garrafada durante uma confusão em uma boate no terraço de um shopping da cidade.
- A vítima relatou que a discussão começou após ser acusada de consumir uma bebida que seria do parlamentar; vídeos mostram ferimentos na mão e no rosto, além de um dedo suturado.
- Marra afirmou à reportagem que houve troca de agressões porque o homem teria tentado beijar sua namorada à força, e que não usou a garrafa para ferir.
- O caso será apurado pelas autoridades; até o momento não há informações sobre responsabilização criminal.
- A cena ocorreu em Divinópolis, na região Centro-Oeste de Minas Gerais, conforme relato da vítima e informações da matéria.
Belo Horizonte — O vereador Flávio Marra (PRD), de Divinópolis, foi acusado de agredir um homem com garrafada durante uma confusão em uma boate instalada no terraço de um shopping na cidade. O episódio ocorreu durante a noite, em meio a desentendimentos que se agravaram na esfera física. A agressão foi relatada pela vítima, que afirma ter sido atingida durante a briga após ser acusada de consumir uma bebida que seria de Marra.
Segundo a vítima, a discussão começou após a acusação de que a bebida seria dele. A seguir, houve uma briga, e o homem afirma ter sido atingido por uma garrafa. Vídeos feitos durante atendimento médico mostram ferimentos na mão e no rosto, além de um corte no dedo que precisou ser suturado. A vítima aponta o local da agressão como a mão e o rosto.
O vereador reconheceu que houve troca de agressões, mas nega ter utilizado a garrafa para ferir o homem. Marra disse ao Metrópoles que a vítima teria tentado beijar sua namorada à força e acabou envolvida em uma briga. Ele afirmou: passou por erro, reconhece o erro, mas não utilizou a garrafa para ferir.
Versão do vereador
Marra afirmou que houve empurrões e que não houve vontade de machucar com a garrafa. Ele informou ter reconhecido o erro na sequência, conforme suas declarações. A apuração deverá ser conduzida pelas autoridades competentes, sem confirmação de responsabilização criminal até o momento.
Entre na conversa da comunidade