- Lula lidera nos cenários de 2º turno principalmente por forte apoio entre as mulheres, que representam 52,83% do eleitorado.
- Na disputa Lula x Flávio Bolsonaro, pesquisas entre mulheres indicam Lula entre 45% e 55%, enquanto Flávio fica atrás em várias alternativas.
- Cenários com Caiado, Zema e Renan Santos mostram Lula liderando, com as pesquisas apontando vantagem feminina em diferentes levantamentos.
- Os números são de várias pesquisas (CNT/MDA, Nexus/BTG, Futura/Apex, PoderData/Aya, Datafolha e Quaest/Genial) com séries de maio e junho de 2026.
- O texto também contextualiza a relação histórica de Lula com o eleitorado feminino e destaca a importância estratégica desse grupo na corrida eleitoral.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece em vantagem sobre adversários nas pesquisas para a eleição de 2026, com forte apoio do eleitorado feminino, que representa 52,83% dos votantes aptos. As sondagens destacam esse segmento como decisivo no pleito.
Entre as mulheres, Lula varia entre 49,7% e 56% em diferentes levantamentos, conforme dados compilados pelo Poder360. Flávio Bolsonaro (PL) fica em torno de 33% a 38% nessa faixa, dependendo da pesquisa. O saldo aponta vantagem expressiva do petista no grupo.
Cenários com outros adversários
Na simulação Lula versus Caiado, as mulheres mostram Lula entre 48,2% e 54%, frente a Caiado entre 28,6% e 35,7%. Em confronto com Zema, Lula oscila de 47,8% a 54,0%, enquanto Zema fica entre 28,7% e 36,0%. Com Renan Santos, Lula fica entre 46,0% e 56,0% e Renan entre 25,7% e 32,4%.
Contexto e histórico
A liderança feminina de Lula é apresentada como fenômeno consolidado, apesar de desafios históricos na relação com esse eleitorado. Em 1989 houve resistência entre as mulheres; o período posterior reputa mudanças de imagem e estratégias de comunicação. Em 2022, parte do apoio feminino ajudou a consolidar a vitória.
Dados e metodologia
O levantamento reúne estudos recentes de grandes empresas de pesquisa, com registro na Justiça Eleitoral. O material abrange cenários de segundo turno para 2026, com amostras variando entre cerca de 2 mil e 2,4 mil entrevistados. Os relatórios utilizados são apresentados por instituição e período.
Implicações para a campanha
Com o recorte de gênero, a prioridade tem sido a agenda de segurança pública e enfrentamento à violência contra a mulher. O tema ganhou relevância tanto na campanha de Lula quanto nas falas de adversários, reforçando a estratégia de atingir o eleitorado feminino de forma ampla e contínua.
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