- Caiado, pré-candidato à Presidência, afirmou que não disputará a reeleição se vencer a corrida ao Planalto.
- Em evento da Confederação Nacional da Indústria, ele disse que governar sem pensar no 2º mandato permite negociar com o Congresso e destravar mudanças estruturais.
- Afirmou que encaminhará todas as reformas ao Congresso no 1º ano de governo, já no dia 5 de janeiro.
- Defendeu modernização da infraestrutura, melhoria do ambiente de negócios e maior transparência para criar novos procedimentos nos marcos regulatórios.
- Sinalizou parceria constante entre governo federal e empresas para o desenvolvimento econômico e para garantir segurança jurídica em contratos com investidores internacionais.
O ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), pré-candidato à Presidência, disse nesta segunda-feira, 22 de junho de 2026, que não disputará a reeleição caso vença a corrida ao Planalto. A declaração ocorreu durante o evento promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), intitulado A Indústria na agenda dos presidenciáveis.
Caiado afirmou que governar sem a perspectiva de um segundo mandato aumenta a independência para negociar com o Congresso e destravar mudanças estruturais. Ele indicou que encaminhará as reformas ao Legislativo já no dia 5 de janeiro do primeiro ano de governo.
O pré-candidato defendeu acelerar a modernização da infraestrutura e aprimorar o ambiente de negócios de forma imediata. Disse ainda que a transparência deve nortear novos procedimentos nos marcos regulatórios vigentes para destravar obras e garantir segurança jurídica aos contratos com investidores externos.
O ex-governador destacou a necessidade de relação constante entre o governo federal e as empresas para o desenvolvimento econômico do país. Pontuou que o Brasil possui potencial de mercado e exige gestores que mantenham a governabilidade institucional.
Segundo Caiado, a função do administrador é resolver gargalos do Estado e entregar serviços de qualidade à população, mantendo o equilíbrio entre responsabilidade fiscal e eficiência pública. O tom foi de foco em resultados e reformas.
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