- Ronaldo Caiado, pré-candidato à Presidência, disse que sua prioridade é tirar o PT do poder e que enviará um pacote de reformas ao Congresso, assim que for eleito.
- A declaração ocorreu em Brasília, no evento promovido pela Confederação Nacional da Indústria, que reúne candidatos a propostas para a indústria.
- Caiado criticou a política econômica do governo Lula, pediu mudanças nas regras tributárias e afirmou que o país enfrenta desorganização fiscal e insegurança jurídica.
- Segundo ele, o presidente tem de 18 a 24 meses para aprovar reformas estruturais e pretende encaminhar todas as reformas, não apenas uma.
- O ex-governador defendeu revisar a reforma tributária para não prejudicar profissionais liberais e prestadores de serviços e destacou a necessidade de sustentabilidade da Previdência diante do envelhecimento da população.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) afirmou que, se vencer a eleição, enviará ao Congresso um pacote de reformas no início do mandato. A prioridade, segundo ele, é tirar o PT do poder em 2026.
A declaração ocorreu nesta segunda-feira (22), em Brasília, durante o evento A Indústria na Agenda dos Presidenciáveis, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O encontro reúne candidatos para discutir propostas ao setor produtivo.
Caiado criticou a política econômica do governo Lula (PT), defendendo alterações nas regras tributárias. Ele disse que o país enfrenta desorganização fiscal e insegurança jurídica que afetam investimentos e planejamento de longo prazo.
Durante a apresentação, o pré-candidato afirmou que o presidente tem prazo de 18 a 24 meses para aprovar mudanças estruturais. Disse ainda que não irá encaminhar apenas uma reforma, mas um conjunto de medidas.
O ex-governador destacou que o Brasil perdeu oportunidades de desenvolvimento por falta de planejamento e de políticas estruturantes para setores como indústria, mineração e agronegócio. Afirmou ainda que o país precisa cuidar da sustentabilidade da Previdência.
Sobre as reformas, Caiado mencionou a revisão da reforma tributária para evitar prejuízos a profissionais liberais e prestadores de serviço, apontando possíveis impactos de novas regras. Ele questionou como esses grupos seriam afetados.
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