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Cleitinho vincula morte em UPA do DF a plano vitalício de políticos

Senador usa morte em UPA do Distrito Federal para defender fim do plano de saúde vitalício de congressistas e cobrar atuação do poder público

Senador Cleitinho Azevedo
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  • O senador Cleitinho Azevedo citou o caso de morte em uma UPA do Distrito Federal para defender o fim dos benefícios de assistência médica e do plano de saúde vitalício a congressistas.
  • A fala ocorreu após a repercussão da morte de Vilmar da Silva, de 49 anos, que morreu enquanto aguardava atendimento na UPA do Recanto das Emas, no DF, no sábado, 20 de junho.
  • Testemunhas disseram que o homem estava em cadeira de rodas e não apresentava sinais vitais; uma enfermeira teria constatado o óbito, e a área foi isolada para perícia; o caso é investigado pela Polícia Civil.
  • O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) informou que Vilmar não possuía ficha de atendimento aberta na unidade na data da ocorrência.
  • A governadora Celina Leão determinou investigação rigorosa para esclarecer as circunstâncias do ocorrido e responsabilizar envolvidos; o secretário de Saúde, Juracy Cavalcante, afirmou que não serão tolerados indícios de omissão ou falta de atendimento.

O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) usou as redes sociais para atacar os benefícios de assistência médica concedidos a parlamentares, incluindo o plano de saúde vitalício. O comentário foi feito após a repercussão da morte de um homem que aguardava atendimento em uma UPA do Distrito Federal.

Cleitinho relacionou o episódio com os gastos do Congresso com reembolsos médicos para deputados e senadores, afirmando que a situação revela falhas do poder público na saúde. Ele pediu apoio a uma proposta para extinguir o benefício mencionado.

Ato e contexto

O caso envolve Vilmar da Silva, de 49 anos, que morreu enquanto aguardava atendimento na UPA Recanto das Emas, no DF, no último sábado, 20/6. Testemunhas dizem que ele era conduzido em cadeira de rodas quando houve a confirmação de óbito.

Relatos indicam que pacientes impediram a remoção do corpo até a chegada da polícia. A área foi isolada para perícia e a investigação fica a cargo da Polícia Civil do DF. O Iges-DF disse que apura as circunstâncias.

Posições oficiais e desdobramentos

O Iges-DF informou que o homem não possuía ficha de atendimento aberta na unidade na data do ocorrido. Juracy Cavalcante, secretário de Saúde, determinou a apuração rigorosa das falhas. A governadora Celina Leão determinou investigação criteriosa para esclarecer o caso.

A denúncia de Cleitinho também envolve o debate sobre o fim de benefícios médicos aos parlamentares, com ênfase no gasto com planos de saúde vitalícios. Não houve conclusão sobre responsabilidade na morte até o momento.

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