- Justiça de São Paulo determinou que a Sociedade Hípica Paulista informe se Eduardo Fischer possui cavalos, para garantir o pagamento de débito de R$ 11,3 milhões.
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- Caso haja animais, a entidade deve abster-se de promover alterações de titularidade, transferência, remoção ou qualquer medida que possa comprometer a identificação ou futura constrição.
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- A medida faz parte de uma ação de cobrança contra Fischer, coordenador da comunicação da pré-campanha de Flávio Bolsonaro.
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- A 38ª Vara Cível de São Paulo também determinou a penhora de valores pagos pela campanha de Flávio a Fischer até atingir o montante devido.
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- A penhora é restrita ao publicitário e não atinge a Agência Fischer; a Justiça exige que a legenda deposite em conta judicial os pagamentos futuros e informe os termos do contrato.
A Justiça de São Paulo determinou medidas para cobrar dívida de 11,3 milhões de reais contra o publicitário Eduardo Fischer, coordenador da comunicação da pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro. A decisão envolve a Sociedade Hípica Paulista e a eventual posse de cavalos vinculados a Fischer ou a familiares.
A ação de cobrança aponta a posse de animais como elemento relevante para a garantia do débito. A Justiça determinou que a escola de equinos informe se há cavalos ligados a Fischer, direta ou indiretamente, e quem detém a posse.
A expedição de ofício à Sociedade Hípica Paulista tem o objetivo de evitar alterações de titularidade que possam comprometer a identificação dos animais. Caso haja cavalos, a entidade deve se abster de transferências ou remoções.
A 38ª Vara Cível de São Paulo também determinou a penhora de valores pagos pela campanha de Flávio Bolsonaro a Fischer, até atingir o montante de 11 milhões de reais. A medida é mais uma decisão que impede repasses ao publicitário.
Segundo a decisão, o partido deverá informar os termos do contrato com Fischer e os pagamentos realizados. Além disso, a legenda precisa depositar em conta judicial os pagamentos futuros.
A penhora está restrita ao próprio Fischer e não alcança a Agência Fischer, empresa associada a ele. A decisão não altera o funcionamento da agência, conforme o tribunal.
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