- A comissária da Comissão Federal de Comunicações (FCC), Anna Gomez, afirma que as reclamações sobre a apresentação de Bad Bunny foram politicamente motivadas.
- Gomez discutiu, em entrevista com a WIRED, os riscos para a mídia e o público americano sob a gestão de Donald Trump e como trabalha com o presidente da FCC, Brendan Carr, com quem discorda.
- Ela disse que houve reclamação de um congressista sobre a suposta obscenidade do show do intervalo, mas que as letras de Bad Bunny não continham nada obsceno e que a reação foi visando motivos políticos.
- A FCC não tomou qualquer ação, pois não houve violação das regras, e a agência não atua sobre quem pode ou não ser apresentado nos intervalos dos eventos.
- Gomez elogiou a apresentação de Bad Bunny, dizendo que foi magnífica e que se sentiu bem servido pelo desempenho.
O comissário da Comissão Federal de Comunicações (FCC), Anna Gomez, afirmou que parte das queixas sobre a apresentação de Bad Bunny no intervalo do Super Bowl foi motivada politicamente. Em entrevista, ela explicou que houve críticas que não refletiam violação das regras da FCC.
Gomez participou do podcast Uncanny Valley, conversando sobre riscos para a mídia e o público americano durante a gestão de Donald Trump. Ela destaca discordâncias com o presidente do órgão, Brendan Carr, mesmo trabalhando junto a ele.
A responsável pela fala também mencionou que a FCC recebeu uma queixa de um congressista sobre a suposta obscenidade do show. Segundo Gomez, as letras não apresentaram conteúdo obsceno aos padrões da casa. O órgão disse não haver violação de regras.
O papel da FCC
Ela enfatiza que a FCC não censura quem se apresenta no intervalo nem o conteúdo artístico. A atribuição da agência é assegurar que as concessões de uso do espectro beneficiem as comunidades locais e atendam aos objetivos regulatórios. Gomez elogiou a performance.
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