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Defesa pré-seleciona finalistas do megacontrato de cibersegurança de 353 milhões

Defesa de Espanha pré-seleciona finalistas do megacontrato de cibersegurança de 353 milhões; exclusões em massa por pontuação mínima

Sede del Ministerio de Defensa en Madrid.
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  • O Ministério da Defesa da Espanha propôs a seleção de contratistas para o acordo marco de cibersegurança, no valor estimado de até 353,54 milhões de euros, com exclusões em massa por pontuação mínima em cinco dos sete lotes.
  • TRC Informática, a UTE Indra e Evolutio e Telefónica aparecem como principais beneficiárias em diferentes lotes, enquanto várias candidaturas foram desclassificadas devido às notas técnicas.
  • Lote um, voltado à Infraestrutura Integral de Informação para a Defesa, tem orçamento máximo de 107 milhões de euros; a UTE Evolutio Cloud Enabler/Indra Soluciones Tecnológicas de la Información ficou na liderança com 22,75 pontos, enquanto Telefónica Soluciones ficou com 8,52.
  • Lote dois, de gestão de identidade e armazenamento em nuvem, teve TRC Informática com 18,5 pontos; Telefónica Soluciones não atingiu o mínimo, ficando com 13,89 pontos.
  • Nos lotes quatro e cinco, Telefónica Soluciones avançou no Lote quatro com 17,50 pontos, e Evolutio Cloud Enabler passou no Lote cinco com 16,14; as demais propostas foram desclassificadas.

O Ministério da Defesa da Espanha propôs a seleção de contratistas tecnológicos que seguirão para a fase de negociação do acordo marco de cibersegurança, avaliado em até 353,54 milhões de euros. As atas da mesa de contratação mostram aplicação rígida de critérios de avaliação, o que levou à desqualificação de várias empresas em cinco dos sete lotes.

Entre os beneficiários principais estão a TRC Informática e a UTE formada pela Indra e Evolutio, além da Telefónica. A expectativa é que as ofertas vencedoras fortaleçam a proteção de infraestruturas críticas e a defesa cibernética das Forças Armadas num cenário de crescente prioridade estratégica.

A licitação foi dividida em blocos para cobrir perimetral, gestão de identidades digitais, detecção precoce de ataques e defesa ativa das redes militares. O objetivo central é modernizar a infraestrutura de defesa com ferramentas avançadas.

Lote 1 – Infraestrutura de Informação para a Defesa (I3D)

O lote mais robusto tem orçamento máximo de 107 milhões de euros. A UTE Evolutio Cloud Enabler e Indra Soluciones Tecnologías de la Información lidera com 22,75 pontos. Em segundo ficou a UTE Nunsys/Vodafone/Cipherbit, com 16,51 pontos. Telefónica Soluciones ficou desclassificada, com 8,52 pontos, assim como GMV/A&D, com 7,77.

Lote 2 – Gestão de identidade digital e armazenamento em nuvem

TRC Informática passou pelo corte técnico com 18,5 pontos, acima do mínimo de 17. Telefónica Soluciones não alcançou a barreira, com 13,89 pontos, sendo eliminada. As demais propostas ficaram fora do ranking técnico.

Lote 3 – Proteção, detecção e resposta na I3D

TRC Informática mantém a liderança com 29,51 pontos. Telefónica Soluciones ficou em 17,25 pontos, acima do mínimo de 21?; Orange/Orange Cyberdefense France marcou 15,01 pontos, ficando de fora.

Lotes 4 a 5 e beyond

Lote 4 trata da segurança operacional da infraestrutura central de informação. Telefónica Soluciones avançou isoladamente com 17,50 pontos; demais concorrentes ficaram atrás do mínimo de 15. Lote 5, focado na defesa da rede militar, viu Evolutio Cloud Enabler passar com 16,14 pontos frente ao mínimo de 13,5; GMV e Telefónica ficaram atrás.

Os lotes 6 e 7, referentes a conformidade normativa e identidade digital transversal, não tiveram ata detalhada publicamente, com decisões a serem divulgadas posteriormente.

A divulgação ressalta o papel de grandes firmas no mercado de defesa. Indra atua via parcerias para combinar experiência em mando e guerra eletrônica com tecnologia, enquanto Cipherbit aparece pela marca do grupo Cipher, certificada pela OTAN. Telefónica mantém sua estratégia de redes e ciberdefesa, mesmo com exclusões técnicas em alguns blocos. Fonte: El País/Cinco Días.

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