- Guilherme Derrite, ex-secretário estadual de Segurança de São Paulo, criticou a prioridade de Fernando Haddad para a segurança pública, dizendo que ele “tem que rir para não chorar”.
- A declaração foi feita no programa Ponto de Vista, da VEJA, ao comentar o slogan de Haddad de ser “o governador da segurança” em São Paulo.
- Derrite afirmou que, se Haddad quer mesmo essa posição, precisa assumir responsabilidades e agir de fato.
- O ex-secretário criticou a falta de ações concretas, dizendo que Haddad fala de segurança mas não apresenta medidas.
- Ele destacou a necessidade de medidas efetivas para garantir a segurança da população e reduzir a sensação de insegurança.
O ex-secretário estadual de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, rebateu nesta quarta-feira, 22, a prioridade dada pela equipe econômica à segurança pública. Derrite afirmou que é preciso que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, cumpra o que promete, e não trate o tema como uma fala vazia.
Em entrevista ao programa Ponto de Vista, da revista VEJA, Derrite afirmou que, se Haddad pretende mesmo a posição de “governador da segurança” em São Paulo, deve agir de forma efetiva e assumir responsabilidades. A crítica foi dirigida à condução do tema pelo governo.
Derrite destacou a importância da área para a população e pediu ações concretas. Segundo ele, promessas não substituem políticas públicas efetivas para reduzir a violência e melhorar a gestão de segurança no estado.
O episódio envolve Haddad, atual ministro da Fazenda, e Derrite, que ocupou a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo. A discussão ocorreu no contexto de declarações sobre prioridades orçamentárias e estratégias de segurança pública no estado.
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