- Flávio Bolsonaro disse, em evento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que o STF “parece mais uma delegacia de polícia” e alertou que o próximo presidente poderá indicar quatro novos ministros.
- O contexto envolve Eduardo Bolsonaro réu por tentativa de obstrução de justiça e Jair Bolsonaro cumprindo pena; Flávio afirmou que o Congresso tende a ser mais de centro-direita e que pode dialogar com o novo presidente.
- O presidenciável prometeu equilíbrio fiscal, redução da carga tributária, corte de despesas e defesa de uma reforma tributária verdadeira, além de nomear um “economista de verdade” para o Ministério da Fazenda.
- Disse que fará um “tesouraço” para revogar decretos, portarias e normas que ampliem a burocracia, e criticou o atual tarifaço sobre exportadores, afirmando ter pedido nos EUA para não serem taxados.
- Ao mencionar o encontro com o presidente Donald Trump, afirmou que pediu para classificar facções como PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas, e apresentou o plano de segurança “Brasil sem Medo” para intensificar o combate às facções.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou, em evento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta segunda-feira, que o STF “parece mais uma delegacia de polícia”. Ele reagiu ao momento em que Eduardo Bolsonaro foi posto como réu por tentativa de obstrução de justiça, e Jair Bolsonaro cumpre pena por tentativa de golpe.
Flávio disse que o futuro Congresso tende a ser mais centrado à direita e que, dependendo do presidente eleito em outubro, o STF poderá sofrer mudanças. Ele destacou que, com o Congresso, há disposição para dialogar, e alertou sobre a indicação de quatro novos ministros para a Corte.
Em tom de campanha, o pré-candidato prometeu equilíbrio fiscal, redução de impostos e negou envolvimento com ações da Casa Branca que teriam impacto negativo à exportação brasileira. Também citou a promessa de um ministro da Fazenda com “economista de verdade”.
Contexto político e propostas
O presidenciável do PL foi aplaudido ao afirmar que Lula não será presidente no próximo mandato. Também mencionou a intenção de reduzir despesas, avançar numa reforma tributária e desburocratizar o país, com fortes controles sobre juros.
Flávio analisou ainda um possível “tesouraço” para revogar decretos, portarias e normas que, segundo ele, ampliam a burocracia. Ele relembrou o encontro com Donald Trump em Washington e disse ter pedido ao governo norte-americano que não taxasse empresas brasileiras.
Relações internacionais e combate às facções
O senador afirmou ter apresentado à autoridade dos EUA a classificação das facções PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas, o que, segundo ele, se tornou uma realidade. Caso eleito, prometeu ampliar o combate às facções por meio do plano de segurança Brasil sem Medo, lançado recentemente.
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