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Flávio Bolsonaro se inscreve para falar contra tarifaço em audiência nos EUA

Flávio Bolsonaro inscreve-se para defender o PIX e pedir suspensão do tarifaço em audiência pública nos Estados Unidos, marcada para seis de julho

O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à presidência da república, participa de debate com industriais promovido pela CNI (Confederação Nacional da Indústria)
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  • Flávio Bolsonaro se inscreveu para falar na audiência pública nos EUA sobre possível tarifa de 25% para produtos brasileiros, marcada para 6 de julho.
  • Ele defenderá a suspensão das tarifas e proporá uma negociação de boa fé com o Brasil, além de apresentar defesa enfática do PIX com números e relatório técnico.
  • O documento de inscrição aponta que a tarifa poderia beneficiar o governo atual e prejudicar exportadores, importadores americanos, consumidores dos EUA e a oposição brasileira.
  • O relatório definitivo da investigação do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos deve sair até 15 de julho; a decisão sobre as tarifas fica a cargo do presidente Donald Trump.
  • O governo brasileiro não deverá falar na audiência; a atuação ficará nos canais diplomáticos, e o espaço de manifestação será para o setor privado na consulta pública, com prazo para participação encerrando nesta segunda-feira, 22.

Flávio Bolsonaro se inscreveu para falar na audiência pública nos Estados Unidos sobre o suposto tarifaço de 25% para produtos brasileiros. O objetivo é defender o PIX e propor uma negociação de boa fé com o Brasil, segundo o jornalista Paulo Figueiredo.

O senador do PL do Rio de Janeiro participará da audiência organizada pelo governo americano antes da decisão final sobre as tarifas. Ele terá cinco minutos para apresentar sua defesa, tempo considerado padrão.

De acordo com o material de inscrição, Flávio sustenta que o tarifaço beneficiaria o governo atual e prejudicaria exportadores, importadores, consumidores dos EUA e a oposição brasileira, principal vítima doméstica da conduta sob investigação.

Segundo o documento, o parlamentar também argumenta que existem mecanismos mais eficazes para combater a corrupção, e que as tarifas podem penalizar a sociedade brasileira ao mesmo tempo em que favorecem agentes envolvidos em irregularidades e censura.

A audiência está marcada para ocorrer em 6 de julho, nos EUA, antes da decisão final sobre as tarifas. O relatório definitivo da investigação 301 deve ser divulgado até 15 de julho, com a decisão a cargo do presidente Donald Trump.

Além de Flávio, outras entidades empresariais e industriais também apresentarão posicionamentos na consulta pública, cuja participação foi aberta recentemente. O governo brasileiro não deve falar na audiência, mantendo atuação pelos canais oficiais entre os governos.

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