- Trabalhadores da limpeza urbana do Distrito Federal aderiram, nesta segunda-feira, à paralisação nacional pela aprovação de piso salarial para os garis.
- A mobilização busca acelerar a tramitação do Projeto de Lei nº 4.146/2020, que estabelece direitos trabalhistas e previdenciários para a categoria; o texto já foi aprovado pela Câmara e aguarda Senado.
- O Serviço de Limpeza Urbana afirma que a paralisação não é demanda local, mas parte de uma articulação nacional pela proposta em tramitação no Senado.
- O projeto prevê piso nacional de dois salários mínimos mensais, reajustes anuais vinculados ao salário mínimo, adicional de insalubridade de 40%, jornada de 40 horas semanais e aposentadoria especial para trabalhadores expostos a condições perigosas.
- Apesar da paralisação, o Aterro Sanitário de Brasília, os papa-entulhos e a Unidade de Recebimento de Entulhos (URE) permanecem com atendimento; não há previsão de término.
Nesta segunda-feira (22/6), os garis do Distrito Federal aderiram a uma paralisação nacional pela aprovação de um piso salarial para a categoria. O movimento ocorre em várias capitais do país, com foco na tramitação do Projeto de Lei nº 4.146/2020, que regula direitos trabalhistas e previdenciários.
O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) informou que a mobilização não corresponde a demandas locais, mas integra uma ação nacional para pressionar o Congresso. O PL já passou pela Câmara dos Deputados e aguarda análise no Senado.
- Pontos do projeto e tramitação: de autoria da deputada Mara Rocha (PSDB-AC), a proposta estabelece piso nacional equivale a dois salários mínimos, com reajustes anuais atrelados ao salário mínimo. Prevê ainda insalubridade de 40%, jornada de 40 horas e aposentadoria especial para trabalhadores expostos a condições prejudiciais.
Apesar da paralisação parcial na coleta e varrição em parte do DF, o Aterro Sanitário de Brasília, os papa-entulhos e a Unidade de Recebimento de Entulhos (URE) permanecem atendendo durante a mobilização. Não há prazo para o término do movimento.
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