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Governador interino do Rio tem missão de moralizar a política, diz Lula

Lula diz que Ricardo Couto tem missão de moralizar a política e erradicar a corrupção no Rio de Janeiro em seis meses

Lula: governador interino tem missão de "moralizar a política" do Rio
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  • Lula afirmou que o governador interino Ricardo Couto tem a missão de moralizar a política e acabar com a corrupção no Rio de Janeiro, em discurso durante evento em 22 de junho.
  • A fala ocorreu durante cerimônia que anunciou 702,9 milhões de reais em recursos federais para urbanização de favelas e o início das obras do PAC Jardim Maravilha, em Guaratiba.
  • Lula chamou Couto de interventor em referência ao cargo, ressaltando que a tarefa é difícil e desejando avanços nos seis meses de gestão.
  • Em evento do Propag, o presidente citou o interino para a função pública, enquanto a oposição criticou o uso do termo.
  • Couto assumiu o Palácio Guanabara em 23 de março, após vacância do governo e da vice-governadoria, e houve debate sobre indicar ou não o novo ocupante pelo Alerj em maio.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o governador interino do Rio de Janeiro, Ricardo Couto, tem a missão de moralizar a política e de acabar com a corrupção no estado. A declaração foi feita em 22 de junho, durante evento no Rio de Janeiro.

Lula elogiou Couto, destacando que a tarefa é nobre e desafiadora, e desejou que os próximos seis meses tragam avanços que não ocorreram nas últimas décadas. A fala ocorreu em meio a uma cerimônia oficial.

A agenda do dia incluiria a divulgação de recursos federais para a urbanização de favelas da capital, no total de 702,9 milhões de reais, além do início das obras do PAC Jardim Maravilha, em Guaratiba.

Contexto

Mais cedo, em evento do Propag, o presidente referiu-se a Couto como interventor, termo usado por críticos para questionar a permanência no cargo e discutir eleições para um mandato-tampão.

O desembargador assumiu o comando do Palácio Guanabara em 23 de março, após a vacância dos cargos de governador e vice. A situação tem sido tema constante no cenário político estadual.

No fim de maio, Lula disse que, se a Alerj tivesse indicado o novo ocupante, o escolhido seria ligado a milícias, o que gerou reação entre oposicionistas. O presidente pediu ações contra a influência dessas estruturas.

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