Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Jaques Wagner e Lula discutem futuro da liderança no Senado

Lula e Jaques Wagner devem definir, nesta semana, a continuidade de Wagner na liderança do governo no Senado, diante da Operação Compliance Zero e pressão política

Relação próxima: o senador foi ministro em diferentes pastas nos governos petistas e é um dos aliados mais próximos do presidente - (crédito: Ed Alves/CB/D.A Press)
0:00
Carregando...
0:00
  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve se reunir com o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), nesta semana para definir a permanência do parlamentar no cargo de liderança.
  • A reunião depende da agenda presidencial e ocorre após a operação da Polícia Federal que atingiu Wagner na quinta-feira, 18 de junho, ampliando a pressão política sobre o Palácio do Planalto.
  • A ideia é alinhar os próximos passos e a estratégia do governo diante da crise causada pela operação, com foco em impactos políticos e eleitorais.
  • Negeriamente, há pressão de que o governo apresente uma resposta às investigações; aliados defendem que Wagner permaneça na liderança para evitar enfraquecimento do PT na Bahia, onde disputa vagas ao Senado.
  • Wagner afirmou que não pretende pedir afastamento e que o tema não foi discutido na conversa com Lula; o Planalto avalia a relação de confiança entre o presidente e o senador como fator a favorecer a continuidade.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve se reunir nesta semana com o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), para definir a permanência do parlamentar no cargo. O encontro depende da agenda presidencial e ocorre após os desdobramentos da operação da Polícia Federal.

A ação, deflagrada na quinta-feira (18/6), atingiu Wagner e aumentou a pressão política sobre o Palácio do Planalto. O senador baiano estava na Bahia no momento da operação, que ampliou o escrutínio sobre a bancada governista.

A ideia é alinhar os próximos passos e a estratégia do governo diante das investigações, avaliando impactos para a base aliada e para a campanha do PT. A crise aumenta a atenção sobre o papel de Wagner na liderança da coalizão.

Apesar da pressão, aliados defendem a continuidade de Wagner no posto, citando a relação de confiança com Lula e a influência dele na articulação no Congresso. A avaliação é que a saída poderia enfraquecer o PT na Bahia, onde Wagner é um peso relevante.

Wagner já afirmou que não pretende pedir afastamento da liderança. Em entrevista à BandNews, ele disse que a função pertence ao presidente e que o tema não foi discutido com Lula. Lula afastou-se de comentar o assunto em Belo Horizonte, respondendo apenas com um gesto.

Interlocutores do Planalto reconhecem que a operação surpreendeu o governo, que planejava enfrentar questionamentos sobre o Banco Master, mas não previa um abalo político ligado a um dos principais articuladores da base.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais