- Jaques Wagner, líder do governo no Senado, pediu ao STF a anulação da decisão que autorizou busca e apreensão em endereços ligados a ele.
- O senador afirma que nunca atuou para favorecer o Banco Master.
- Segundo ele, os valores em espécie encontrados durante a ação têm origem lícita e comprovada.
- Wagner foi alvo da nona fase da operação Compliance Zero, que investigava supostos crimes relacionados ao Banco Master.
- O objetivo do pedido é invalidar as medidas autorizadas no âmbito da investigação.
Jaques Wagner pediu ao STF a anulação da decisão que autorizou a operação de busca e apreensão em endereços ligados a ele. A defesa sustenta que não houve atuação para favorecer o Banco Master e questiona a validade das medidas.
A solicitação ocorre no âmbito da nona fase da operação Compliance Zero, que investiga supostos crimes relacionados ao Banco Master. Segundo os autos, os endereços visados pertencem ao entorno do senador.
Wagner afirma que os valores em espécie encontrados durante a ação possuem origem lícita e devidamente comprovada. O gabinete do parlamentar não detalha as circunstâncias, mas aponta inconsistências no levantamento.
A defesa sustenta que não houve ligação do senador com qualquer irregularidade e que a atuação policial violou direitos do investigado. O STF ainda não informou sobre prazos ou próximos passos do pedido.
O caso envolve o líder do governo no Senado, que atua como principal interlocutor do bloco governista no Legislativo. A identidade do Banco Master é citada pela equipe investigativa.
Ainda não há decisão do STF sobre o pedido de anulação. A defesa continuará apresentando argumentos para afastar a responsabilização de Wagner no âmbito da investigação.
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