- A defesa de Jaques Wagner, líder do governo no Senado, ganhou força após investigações da Polícia Federal apontarem possível engajamento com pautas do Banco Master, gerando racha interno no PT e pressão por afastamento.
- A nona fase da Operação Compliance Zero investiga suposta relação de Wagner com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para defender interesses políticos no Congresso em troca de vantagens.
- O presidente Lula permanece apoiando Wagner, com uma ala do PT defendendo a saída temporária para Wagner se dedicar à defesa.
- O programa Última Análise desta segunda-feira aborda ainda o possível fim da prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, cuja janela de noventa dias terminou recentemente.
- Destaques da edição incluem a passagem de Luiz Fux à presidência da Segunda Turma do STF, a polémica sobre a portaria do GSI e a apuração de vitória de Abelardo de la Espriella na eleição presidencial da Colômbia.
Após o avanço das investigações da Polícia Federal sobre Jaques Wagner, líder do governo no Senado, houve ruídos no PT. Parte da bancada defende a sua saída temporária para focar na defesa; a cúpula do partido e o presidente Lula mantêm apoio ao parlamentar.
A PF investiga relação de Wagner com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, já liquidado. Os investigadores apuram potenciais mudanças de atuação para favorecer interesses políticos no Congresso, mediante vantagens financeiras.
O tema compõe o debate do programa Última Análise desta segunda, 22. Participam o professor Daniel Vargas, da FGV, o ex-juiz Adriano Soares da Costa e a advogada Fabiana Barroso.
As mensagens de Wagner
O programa aborda as investigações da PF sobre possível engajamento de Wagner com pautas do Master e encontros ligados a projetos do banco. A apuração foca a relação entre o senador e interesses financeiros no Legislativo.
Fim da domiciliar de Bolsonaro?
Em pauta está a conclusão do prazo de 90 dias para a prisão domiciliar humanitária de Jair Bolsonaro. A data foi encerrada na quarta-feira, com possíveis decisões sobre o caso.
Fux assume Segunda Turma
Outro tema tratado é a mudança na presidência da Segunda Turma. Por rodízio, o ministro Luiz Fux assume a vaga, orientando a pauta de julgamentos pelos próximos 12 meses.
Confusão no GSI
A edição analisa uma portaria do Gabinete de Segurança Institucional que nomeou assistentes para a Secretaria de Segurança Presidencial, com nomes de oficiais. A NH tem gerado debates sobre critérios de indicação.
Eleições no Peru
No âmbito externo, o programa comenta a vitória de Abelardo de la Espriella, candidato de direita, na eleição presidencial da Colômbia, com 49,66% dos votos, frente a 48,7% de Iván Cepeda, conforme apuração preliminar.
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