- Lula recebeu Fernando Haddad no domingo, em Brasília, fora da agenda oficial, para tratar das eleições em São Paulo.
- O principal tema foi a formação da chapa de Haddad em São Paulo, com a vice ainda indefinida.
- Houve consenso de que o possível nome de Márcio França ao governo seria apenas “balão de ensaio”.
- França pode integrar a chapa, seja como vice ou como senador, e Simone Tebet e Marina Silva também podem compor a chapa, cotadas ao Senado ou à vice.
- Uma fonte petista afirmou que “todo mundo tem que dar uma dose de sacrifício”.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad, pré-candidato ao governo de São Paulo, em Brasília neste domingo, 21 de junho. O encontro ocorreu fora da agenda oficial e teve como foco principal a formação da chapa de Haddad no estado.
Segundo relatos, a conversa tratou da definição da vice na chapa paulista, ainda indefinida até o momento. Ainda não há anúncio formal sobre quem deverá compor o palanque, mas o assunto ganhou destaque na reunião.
Também foram discutidos outros nomes cotados para compor a chapa, incluindo a possibilidade de alianças com ex-ministros e senadores. Márcio França, do PSB, foi citado como alvo de especulações, com a leitura de que tais rumores seriam um balão de ensaio.
Chapa para São Paulo
Participaram das conversas que envolvem o cenário político de SP nomes vinculados ao PT e a lideranças interessadas na composição. Entre os cotados aparecem Simone Tebet, do PSB, e Marina Silva, da Rede, com indefinições sobre cargos ao Senado ou à vice.
A atual configuração indica que Haddad busca consolidar uma aliança ampla para consolidar a chapa no estado, com a necessidade de sinalizações sobre cargos majoritários e proporcionais. O timing e a decisão final ainda dependem de negociações internas.
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