- Mourão criticou Eduardo Bolsonaro, chamando-o de “metralhadora giratória” que prejudica aliados e o campo bolsonarista, afetando lideranças e Flávio Bolsonaro.
- Em entrevista repercutida nas redes, o senador disse ter atuado com grande lealdade a Bolsonaro, mas foi afastado dos processos decisórios e não houve aviso prévio sobre a saída do ex-presidente do Brasil.
- Mourão classificou como “uma prisão absurda” a decisão do ministro Alexandre de Moraes relacionada a Bolsonaro.
- Ele afirmou que o momento exige mais unidade da direita brasileira, alegando que declarações de alguns aliados geram desgaste político para o grupo.
- Também comentou a atuação de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos, destacando o impacto negativo para o movimento conservador.
O senador Hamilton Mourão criticou Eduardo Bolsonaro em entrevista que ganhou repercussão nas redes. Ele afirmou que, na atuação dos planos do filho do ex-presidente, Eduardo se tornaria uma “metralhadora giratória” capaz de prejudicar aliados e o próprio campo político conservador. Mourão disse que as falas do deputado afetam decisões de lideranças do movimento.
Segundo Mourão, as atitudes de Eduardo atrapalham não apenas apoiadores, mas também a trajetória política de Flávio Bolsonaro, que é senador e pré-candidato à Presidência. O senador disse ainda ter visto impactos nas alianças do espectro conservador por conta das intervenções do parlamentar.
Mourão informou que, em relação a Jair Bolsonaro, mantém lealdade e nega ter traído o ex-presidente. Ele afirmou ter trabalhado com o ex-chefe do Executivo durante o mandato, mas reconheceu ter sido afastado de decisões governamentais após não compor novamente a chapa em 2022. Também comentou a saída de Bolsonaro do Brasil, ocorrida pouco antes do fim do mandato.
Situação jurídica de Bolsonaro
O senador comentou ainda a situação jurídica de Jair Bolsonaro, classificando como absurda a decisão tomada pelo ministro Alexandre de Moraes. Mourão defendeu o ex-presidente e destacou a necessidade de maior unidade entre a direita brasileira, argumentando que declarações de alguns aliados geram desgaste para o grupo como um todo.
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