- Paulo Pimenta (PT) e Manuela D’Ávila (PSOL) participaram de reunião com centrais sindicais na sede da Federação dos Empregados no Comércio de Bens e Serviços do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre.
- Os dois pré-candidatos defenderam campanha unificada entre o movimento sindical e a Frente Ampla para as eleições de 2026, com foco na reeleição do presidente Lula, na guerra pelo governo do Estado e na ampliação da representação progressista no Congresso.
- A reunião contou com dirigentes da CUT-RS, CTB-RS, Força Sindical, UGT-RS, CSB-RS e sindicatos de trabalhadores urbanos e rurais.
- Pimenta destacou a importância da unidade no Rio Grande do Sul e sugeriu a criação de um comitê sindical unificado e plenárias regionais para mobilizar a militância.
- Manuela D’Ávila enfatizou que 2026 será decisiva para o Brasil e o cenário internacional, defendendo a unidade do campo progressista e o apoio às candidaturas de Lula, Brizola, Pimenta e dela própria.
O que aconteceu: Pimenta e Manuela D’Ávila participaram de uma reunião com lideranças sindicais em Porto Alegre para discutir uma campanha unificada, visando a reeleição de Lula e o fortalecimento do campo progressista para 2026.
Quem está envolvido: Dirigentes de CUT-RS, CTB-RS, Força Sindical, UGT-RS, CSB-RS e representantes de diversos sindicatos de trabalhadores urbanos e rurais participaram do encontro.
Quando e onde: Nesta segunda-feira (22), na sede da Fecosul, em Porto Alegre, RS.
Por que ocorreu: O objetivo é construir uma campanha conjunta entre o movimento sindical e a Frente Ampla, com foco na reeleição de Lula, na vitória no governo gaúcho e na ampliação da representação progressista no Congresso.
Pimenta destacou o impacto da eleição para além do Brasil e a importância da unidade no Rio Grande do Sul, elogiando Juliana Brizola em pautas como educação pública e soberania nacional. Também pediu planejamento para vencer no Senado.
Ele defendeu a criação de um comitê sindical unificado e plenárias regionais para mobilizar a militância, enfatizando o papel do movimento sindical na organização da campanha majoritária.
D’Ávila afirmou que 2026 é decisiva para o Brasil e o cenário internacional, destacando a necessidade de unir o campo progressista e defender Lula, Brizola, Pimenta e sua própria candidatura, para ampliar a participação da classe trabalhadora.
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