- Termina na quinta-feira, 25 de junho de 2026, o prazo de 90 dias para a prisão domiciliar humanitária do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
- A decisão sobre a prorrogação cabe ao ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, relator do caso.
- Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe de Estado; Moraes concedeu a prisão domiciliar em 24 de março, após sete pedidos da defesa, levando em conta a saúde e parecer da PGR.
- Entre as restrições, estão o uso de tornozeleira eletrônica e a proibição de redes sociais e da divulgação de fotos e vídeos.
- A agenda de saúde incluiu cirurgia no ombro direito em maio; boletim de 5 de junho apontou aumento nas crises de soluços, e em 10 de junho a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro informou piora no quadro e reformulação do tratamento.
O prazo de 90 dias da prisão domiciliar humanitária de Jair Bolsonaro vence nesta quinta-feira, 25 de junho de 2026. A decisão sobre eventual prorrogação cabe ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no STF. O ex-presidente cumpre pena de 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe de Estado.
Moraes concedeu a prisão domiciliar em 24 de março, após sete pedidos da defesa. A decisão levou em conta o estado de saúde de Bolsonaro, com intercorrências médicas frequentes, e a manifestação favorável da Procuradoria Geral da República.
Ao determinar a medida, o magistrado impôs restrições, como uso de tornozeleira eletrônica e proibição de uso de redes sociais, além de vedar a divulgação de fotos e vídeos.
Saúde de Bolsonaro
O ex-presidente passou por cirurgia no ombro direito em maio. Em 5 de junho, boletim médico apontou aumento nas crises de soluços nos sete dias anteriores.
Em 10 de junho, Michelle Bolsonaro informou que o quadro de saúde piorou e que o tratamento precisou ser reformulado. A família não detalhou novos procedimentos, mantendo o sigilo médico.
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