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Senado adotou cotas para mulheres vítimas de violência doméstica há 10 anos

Senado celebra dez anos de cotas para mulheres vítimas de violência doméstica em terceirizados, marco pioneiro que virou política pública nacional

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  • O Senado completa dez anos desde a implantação das cotas para mulheres vítimas de violência doméstica em contratações de terceirizados.
  • A medida foi pioneira no país.
  • Inicialmente, tratava-se de uma mudança interna, mas passou a ser uma política pública de alcance nacional.
  • A entrada em vigor visou ampliar oportunidades e proteção para o grupo.
  • A adoção consolidou-se como referência nacional em ações de inclusão no setor público.

O Senado completou dez anos desde a adoção de cotas para mulheres vítimas de violência doméstica nas contratações de terceirizados. A medida, pioneira, transformou-se de uma prática interna em uma política pública de alcance nacional.

Segundo a iniciativa, mulheres nessa condição passaram a ter prioridade em processos seletivos de prestadores de serviço terceirizados vinculados ao Senado. A mudança visa ampliar oportunidades de empregabilidade e proteção a nesse público específico.

O marco ocorreu em 2014, no âmbito da administração da Casa. A partir de então, a prática passou a ser apresentada como modelo a ser seguido por outros órgãos públicos e iniciativas privadas que contratam terceirizados.

Impactos e desdobramentos

A adoção das cotas pelo Senado é creditada como referência inicial para políticas de inclusão voltadas a vítimas de violência doméstica, influenciando debates e programas em diferentes esferas.

Especialistas destacam que a medida ampliou o acesso ao mercado de trabalho para mulheres em situação de vulnerabilidade, além de fortalecer discussões sobre empregabilidade e proteção no setor público.

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