- Simone Tebet (PSB-SP) comenta rumores sobre a candidatura de Márcio França ao governo de São Paulo.
- França poderia disputar o governo ou atuar como senador ou vice de Haddad; decisões dependem de pesquisas rápidas.
- a discussão ganhou força após o vídeo de Paulo Serra desistindo da corrida ao governo e a saída de Kim Kataguiri da disputa.
- Tebet afirma que é preciso avaliar, via pesquisa, de quem França tiraria mais votos no primeiro turno.
- também há a possibilidade de França ser vice de Haddad; o PSB busca uma vaga de vice, mas prioriza um projeto de país e de São Paulo, com conversas já em andamento com Haddad e Lula.
A pré-candidata ao Senado pelo PSB-SP, Simone Tebet, comentou rumores sobre uma possível candidatura de Márcio França ao governo de São Paulo. Em entrevista ao Metrópoles, Tebet afirmou que França estaria disposto a atuar onde for necessário, seja como governador, senador ou até vice na chapa de Haddad, caso haja necessidade.
A especulação ganhou força após Paulo Serra anunciar, ainda no sábado, a desistência da disputa pelo governo de SP. No dia seguinte, Kim Kataguiri também comunicou a saída da corrida, ampliando o leque de possibilidades para o PSB na capital paulista.
Questionada sobre de onde França poderia tirar mais votos, Tebet disse que apenas pesquisas podem indicar o impacto simbólico da eventual candidatura, especialmente diante de Tarcísio de Freitas e Fernando Haddad. Ela destacou que decisões dependerão de dados.
A ex-ministra informou que conversas sobre o tema já ocorriam entre França, Haddad e o presidente Lula. Segundo Tebet, o diálogo é parte do movimento para alinhar as estratégias do PT e do PSB na eleição paulista.
Sobre a hipótese de França atuar como vice de Haddad, Tebet apontou que o PSB busca uma vaga na chapa, mas não deve atrapalhar a aliança caso alguém de outro partido seja o melhor nome. O partido também mantém a pretensão de uma vaga ao Senado.
Para Tebet, o foco deve ser, acima de vontades individuais, um projeto comum para o estado e o país nos próximos oito anos. A entrevista aborda, ainda, a lógica de alianças e a viabilidade de cenários que envolvem França e Haddad.
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