- Trump tentou reformar a piscina refletora do Lincoln Memorial, em Washington, para o aniversário de 250 anos, com custo inicial de $1,8 milhão que subiu para quase $15 milhões.
- O trabalho foi concedido sem licitação à Atlantic Industrial Coatings, empresa da Virgínia, que não tem histórico de contratos federais; ligação com o clube de golfe de Trump não foi confirmada.
- A pintura azul “Old Glory Blue” gerou disputa legal da Fundação Cultural; críticos dizem que a cor alteraria a paisagem memorial.
- A água ficou verde por algas após a conclusão das obras; autoridades usam tecnologia de nanobullers e hidróxido de hidrogênio para combater as algas e limpar o fundo.
- Trump afirma ter havido vandalismo e que a água será drenada para reparos; autoridades registraram prisões e CI (citações federais), mas não há consenso sobre o dano.
O financiamento da reforma da piscina reflecting do Lincoln Memorial, em Washington DC, avança com percalços. Donald Trump prometeu uma obra “bonita” para o bicentenário do país, mas o projeto já enfrentou críticas, custos elevados e questionamentos sobre o processo de contratação.
O custo original estimado pelo governo federal era de cerca de 1,8 milhão de dólares. O valor final chegou a quase 15 milhões, segundo dados contratuais. A recuperação incluiu pintura, impermeabilização e ajustes na filtragem, com foco na estética.
A empresa Atlantic Industrial Coatings, de Virgínia, recebeu o maior lote do contrato sem licitação, num processo contestado por sindicatos e especialistas. Outras ações foram associadas a doadores próximos a Trump e a fontes relacionadas a clubes do empresário.
Despesas e contratos
A obra, iniciada após adjudicação direta, elevou o debate sobre transparência e competitividade em licitações federais. A administração alegou necessidade de rapidez, enquanto críticos pediram competição entre empresas com experiência.
Algas passaram a dominar a água após a conclusão inicial, deixando o lago com tons verde-esmeralda. Autoridades indicaram uso de tecnologia de bolhas nanoscópicas e hidróxido de, para tentar eliminar o proliferamento.
A pintura azul, proposta por Trump para o fundo, também gerou controvérsia. Movimentos legais e ações de entidades civis argumentaram que a mudança estética alteraria o conjunto do memorial e sua solenidade.
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