- Romeu Zema, pré-candidato e ex-governador de Minas, afirmou não ter “rabo preso” com ninguém em evento da Confederação Nacional da Indústria.
- Ele disse nunca ter se encontrado com Daniel Vorcaro (ex-dono do Banco Master), preso pela Polícia Federal em 2025.
- Zema afirmou que não houve audiência solicitada pelo banqueiro e que não houve contato entre eles.
- Durante o evento, o ex-governador pediu um “choque de moral, de credibilidade e de ética” para o país, em meio a escândalos de corrupção no setor financeiro.
- Ele voltou a criticar a ideia de “farra dos intocáveis” e afirmou que sua gestão já foi vasculhada sem encontrar irregularidades graves.
Romeu Zema, pré-candidato à Presidência pelo União Brasil, afirmou nesta segunda-feira (22/6) que critica mais do que qualquer outro postulante a políticos considerados “intocáveis”. O ex-governador de Minas Gerais disse não ter “rabo preso” com ninguém e negou ter se encontrado com Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, preso pela PF na Operação Compliance Zero.
O evento ocorreu em Brasília, durante debate promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) para a entrega de propostas do setor industrial aos presidenciáveis. Zema destacou a necessidade de um “choque de moral, de credibilidade e de ética” diante de casos de corrupção recentes, citando indiretamente o caso envolvendo Vorcaro.
Segundo o ex-governador, sua vida pública já foi amplamente vasculhada, sem apontar ilegalidades graves. Ele reforçou que, durante o período em que governou Minas, não houve comprovação de irregularidades atribuídas a ele. As declarações foram feitas em meio a críticas a outros candidatos que, segundo Zema, não enfrentaram com rigor a “farra dos intocáveis”.
Contexto sobre Vorcaro e o caso
- O Banco Master, ligado a Vorcaro, foi alvo de investigações e o empresário ficou detido.
- A operação de novembro de 2025 tratou de corrupção envolvendo figuras do setor financeiro e políticas públicas.
- Politicamente, o tema retorna ao debate entre presidenciáveis no contexto de combate à corrupção.
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