- O pré-candidato Romeu Zema (Novo) disse que mira homens ao afirmar que são convidados a trabalhar, enquanto mulheres teriam “atribuições em casa.”
- A fala ocorreu no contexto de questionamento sobre restrições a programas sociais, sugerindo que cortes não atingiriam mulheres.
- Zema citou faixas etárias de vinte, vinte e cinco e trinta anos como exemplos do público-alvo.
- Ele defendeu um modelo de contratação por horas e uma alternativa à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) com jornadas flexíveis.
- O político já foi governador de Minas Gerais.
O pré-candidato ao Planalto Romeu Zema (Novo) afirmou nesta segunda-feira, 22, que o público-alvo de seus planos são os homens, enquanto as mulheres teriam atribuições em casa. A declaração ocorreu durante pergunta sobre eventual restrição de programas sociais.
Segundo Zema, há uma diferença entre homens e mulheres, com os primeiros sendo convidados a trabalhar. Ele afirmou ainda que mulheres têm filhos e atribuições domésticas, o que, na sua visão, reduziria a participação em programas de assistência.
O ex-governador de Minas Gerais também mencionou a ideia de substituir a CLT por um modelo de contratação por horas, defendendo jornadas de trabalho mais flexíveis. A fala foi apresentada no contexto de discussão sobre políticas públicas e benefícios sociais.
Contexto e detalhes da fala
O candidato comentou sobre planos de corte de programas sociais e afirmou que muitos jovens teriam segurança de receber benefícios, o que justificaria o foco na demografia masculina. A declaração foi alvo de questionamento sobre impactos em diferentes grupos.
Zema disse que pessoas entre 20 e 30 anos poderiam ser mais incentivadas a trabalhar sob esse modelo, segundo a leitura dele sobre comportamento de empregadores e trabalhadores. A discussão ocorreu no formato de entrevista e entrevistas posteriores a eventos de campanha.
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