- Aldo Rebelo diz ter ficado surpreso ao saber que Joaquim Barbosa seria o pré-candidato do Democrata Cristão e recorreu à Justiça para reivindicar direito de disputar na convenção; a expulsão dele foi revertida.
- O DC afirma que Rebelo procurou o partido e que Barbosa já conta com apoio do diretório; a convenção ocorre no fim de julho ou início de agosto.
- O presidente nacional do DC, João Caldas, disse que Barbosa será aclamado na convenção por unanimidade e destacou que ele tem apoio do diretório.
- Rebelo segue a pré-campanha, viaja e concede entrevistas; diz ter sido convidado pelo presidente do partido e que continuará disputando a pré-convenção.
- Pesquisas recentes não incluem Rebelo; ele aponta que a campanha ainda não começou e que o desempenho depende da notoriedade dos nomes em disputa; o DC não repassa recursos a ele.
Aldo Rebelo afirma ter sido pego de surpresa com a indicação de Joaquim Barbosa como pré-candidato do Democrata Cristão (DC) e ingressou na Justiça para garantir direito de disputar pela sigla. Em entrevista à Gazeta do Povo, ele disse ter lançado sua pré-candidatura em janeiro e que a decisão judicial o manteve na disputa.
O DC nega convite formal para Rebelo e afirma que Barbosa já está sinalizado para a convenção. O presidente nacional do DC, João Caldas, disse que Rebelo foi quem procurou o partido, impulsionado por Cândido Vaccarezza, presidente estadual de São Paulo. Barbosa seria apoiado por 100% do diretório, afirma Caldas.
Rebelo relatou que o convite para disputar foi feito pelo próprio presidente do DC. Ele disse que a convenção está prevista para o fim de julho ou início de agosto, conforme a legislação eleitoral. O ex-deputado afirmou que o tema deve ser decidido na convenção, com o respeito às regras internas.
Conflito interno no DC e caminhos para a convenção
Calda afirmou que a pré-candidatura de Barbosa está articulada e pode ter aclamação na convenção. Rebelo disse manter a pré-campanha, com viagens e entrevistas, enquanto a definição não é promovida pela convenção. O rival é o ex-ministro do STF, cuja candidatura é defendida pelo partido.
O ex-ministro do STF contou que, apesar de não haver desentendimentos com Vaccarezza, a comunicação entre Rebelo e a cúpula poderia ter sido melhor. Ele ressaltou que a filiação envolve direitos e deveres, entre eles disputar uma eleição pela sigla, conforme o contrato de filiação.
Rebelo indicou estar investindo seus próprios recursos ou apoios de pessoas convidadas para viagens e eventos. Ele destacou que o DC não tem fundos partidários e que a campanha ainda não começou de fato. Pesquisas recentes mostraram Rebelo com desempenho baixo na intenção de voto.
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